Do conhecimento provo, não me privo Me torno mais livre a cada livro, me livro Do pensamento mais fútil, da cultura inútil Que não passa pelo crivo
Por isso escrevo, que é pra não ser escravo Por isso degusto Augusto e desbravo Olavo Bilac Sente o baque, viola, tabaque, homem, moleque Samba e rap, cartola e 2pac
Busco o novo em meio a névoa da banalidade Tenho a meu favor a curiosidade Na poesia encontro ideias novas Das trevas às trovas, antes preso hoje prosas
Leio pra não ficar alheio ao mundo que nos rodeia Pra não cair na teia da retórica, herança histórica Muito usada hoje em dia por quem detém o poder Nessa desleal democracia
Por discordar desse estado, é que eu estudo Por discordar desse modo é que eu mudo Ao gosto de Augusto de Campos, Ronaldo Azeredo Sem média,sem mídia,sem moda,sem medo
Compositor: Fabio Reboucas de Azeredo (Fabio Brazza) (UBC)Publicado em 2015 (10/Fev) e lançado em 2014 (22/Abr)ECAD verificado obra #10835031 e fonograma #10430836 em 21/Abr/2024 com dados da UBEM