Trago no peito a cicatriz de uma saudade No desespero minha lama esta perdida E a lembrança desse meu cruel passado E como espinho transpassando minha vida. Estou sofrendo e por que fui um covarde Fui traiçoeiro a quem tanto me queria Ignorando que mais cedo ou mais tarde Pagasse caro toda minha covardia.
Sou obrigado a viver neste desterro Sinto remorso me doer na consciência Vejo na frente o espelho do meu erro Estou vivendo na mais triste penitencia. Embriagado eu recordo o momento Que junto a ela eu subi aos pés do altar Depois por outro desviei meu pensamento E para sempre desprezei meu santo lar.
Hoje me vejo sem abrigo e sem mais nada Voltei a ela arrependido do que fiz Pobre mulher tinha sido obrigada Buscar abrigo numa vida infeliz. Eu lhe roubei o santo nome de esposa Lhe atirando no abismo deste mundo Porem se ele é uma pobre mariposa Eu sou a sombra de um boêmio vagabundo.
Compositor: Desconhecido no ECADIntérpretes: Antonio Arthur de Oliveira (Delmon) (ABRAMUS), Antonio Jose dos Santos (Tostao) (SOCINPRO), Delfim Costa (Delmir) (SOCINPRO)Publicado em 2015 (09/Nov) e lançado em 2015 (10/Out)ECAD verificado fonograma #11844282 em 11/Abr/2024 com dados da UBEM