Eu já não posso esconder a minha mágoa Meu coração revela todo o meu desgosto De sentimento eu tenho os olhos cheio d’água E a tristeza estampada no meu rosto
Enquanto ela tem a glória desejada Eu tenho apenas o martírio de um fracasso Enquanto eu choro minha sorte mal traçada Talvez sorrindo ela esteja em outros braços
Enquanto ela dorme calma em seu leito Em meu delírio passo as noites sem dormir O coração batendo forte no meu peito Vejo na mente a sua imagem refletir
Enquanto ela tem de tudo que deseja Somente eu tenho a fria brisa quando passa Enquanto ela abraça outro e lhe beija Aqui sozinho só o desprezo me abraça
Enquanto ela está sorrindo de alegria Mostrando a todos o sabor da liberdade Abandonado eu contemplo em tirania Os desenganos da minha infelicidade
Vem censurar, a minha vida ignora O quanto é triste o desprezo de um amor Sou obrigado para sempre ir-me embora Para não ver ninguém sorrir da minha dor Sou obrigado para sempre ir-me embora Para não ver ninguém sorrir da minha dor
(Pedro Paulo Mariano – Santa Maria da Serra-SP)
Compositores: Benedito Onofre Seviero (Benedito Seviero) (ABRAMUS), Jose Dias Nunes (Tiao Carreiro) (UBC)Editor: Irmaos Vitale (SOCINPRO)Publicado em 2005 (21/Fev)ECAD verificado obra #6705723 e fonograma #832959 em 10/Abr/2024 com dados da UBEM