Nesses versos tão singelos Minha bela meu amor Pra você quero contar O Meu sofrer e a minha dor Sou igual a um sabiá Que quando canta é só tristeza Desde o galho onde ele esta
Nessa viola canto e gemo de verdade Cada toada representa uma saudade Eu nasci naquela serra Num ranchinho beira chão Todo cheio de buracos Onde a lua faz clarão Quando chega a madrugada Lá no mato a passarada principia um barulhão Nessa viola canto e choro de verdade Cada toada representa uma saudade
Lá no mato tudo é triste desde o jeito de falar Pois o jeca quando canta dá vontade de chorar E o choro que vai caindo devagar vai se sumindo Como as águas vão pro mar
Compositor: Angelino de Oliveira (Tasso de Oliveira) (UBC)Editores: Irmaos Vitale (SOCINPRO), Todamerica (UBC)Publicado em 2004 (29/Abr) e lançado em 2003ECAD verificado obra #2361 e fonograma #659162 em 28/Out/2024 com dados da UBEM