Ayy, diga-me com quem samba, eu seguirei teus pés Diga-me quem tu amas, eu te direi quem és Me diz como se diz "eu te amo" depois de 2010 Tenho aptidão pra juntar amores que desaparecem rapidão Baby, você não me conhece, vem, me passa a visão Que me ama, não me esquece, disse a solidão Num eclipse, um dia 'cê me disse que Roubávamos um banco e morríamos no Civic O amor é cego e libriano é sensitive No relacionamento abusivo que vivi e morri e chorei de ti Diga-me quem fui, quem sou, te direi que não presto Rimas de Rambo, éramos reis e comíamos resto, me diz Você sabe, baby, que eu nem sou tão bom assim Me diz o que 'cê quer de mim Te vejo ali depois do fim Por nossas contas não te devo nada, nada Me equilibrando após o fim A vida é uma piada (Ha, ha, ha)
Nós dois, não mais Adeus, minha pequena Meus versos sujos não são mais poemas Que pena (Que pena) De luar, Libra Em nome de Deus, me dê alguma alternativa plena Dois lados da mesma moeda, do mesmo poema Que pena, que pena
Compositor: Geizon Carlos da Cruz Fernandes (Xama) (SOCINPRO)Editor: Sonora Digital (SOCINPRO)ECAD verificado obra #38843710 em 20/Abr/2024 com dados da UBEM