Miro teu espelho d'alma trêmulo de pranto Derramar de águas tão salgadas rasas Onde eu não vou me afogar Fita o laço que a solidão teimou em dar em minha consciência tensa que não pensa em talvez te perdoar E até quando vou ter que esperar uma palavra pra vir despertar um sentimento que venha compor minha sensatez? Do meu coração no peito afoito Saem melodias turvas desbotadas Onde encravo a clave grave e clara fá Num pomar de frutas tão de vez em quando Eu reconheço quando um erro me condena À pena de morrer de tanto amar
Compositor: Jose Quaresma Campos Filho (Quaresma) (ABRAMUS)Publicado em 2012 (10/Fev) e lançado em 2012 (31/Mar)ECAD verificado obra #4661483 e fonograma #2374074 em 20/Abr/2024