Quero ser a pobre criatura que amarĂĄs um dia Tendo a lama da rua como espelho SerĂĄs narciso, sem nunca ter tido Os olhos vermelhos Do eterno sono, do abandono Dos sonhos meus.
O hĂĄlito do teu cigarro nĂŁo me merece, Mas eu gosto. Eu gozo nas cinzas da tua saliva. Eu jorro da fonte da tua carne viva. Da tua carne viva
Qua a vida se repita Que a vida se repita Qua a vida se repita Que a vida se repita