No entorpecer vadio da droga do tempo Morrem os homens, morrem senhoras No tilintar das horas do vĂcio sadio Sabor de um licor amargo A perda da essĂȘncia ObediĂȘncia horrenda De um homem que se prenda Aos seus costumes, suas lendas
Olhar pelas frestas O pouco que resta NĂŁo feche seus olhos, nĂŁo! A guerra se empresta como em fins de festa A morte fechou Os olhos negros da dor O Ăłcio de um horror Que aos poucos se mostrou A mĂĄgoa no valor De um povo que acabou, acabou.
Olhar pelas frestas O pouco que resta NĂŁo feche seus olhos, nĂŁo! A guerra se empresta como em fins de festa A morte fechou Os olhos negros da dor O Ăłcio de um horror Que aos poucos se mostrou A mĂĄgoa no valor De um povo que acabou, acabou.