Não são palavras que o tempo desfaz Iguais àquelas que li nos jornais Que me amordaçam o peito E me tiram o brilho nos olhos Nem as mentiras que alguém inventou De quem desejo e nunca lá chegou Que fazem sombra e apagam a luz Do meu palco de sonhos
Não vale a pena falarem de mim Porque verdade vem sempre no fim E a injustiça não vence batalhas Nem vence os meus sonhos.
REFRÃO
Deixem-me cantar Fazer aquilo que me faz feliz E que no fundo foi sempre o que eu quis Com humildade ontem, hoje e sempre Deixem-me cantar De madrugada acordar a sorrir E a adormecer a gostar mais de mim O resto é me indiferente
Não são rumores por baixo de um véu Pra me ferirem fazem mal aos meus Que me enfraquecem a alma E me tiram a fé com que eu sigo Nem frases feitas somente a pensar Nos meus aplausos que querem roubar Que deixam marcas grandes Que tiram a paz com que eu vivo.
Crucificado eu cheguei a estar Mas que me ama soube-me julgar Pra eles canto e enquanto quiserem Eu nunca desisto.
REFRÃO 2x
Compositor: Desconhecido no ECADIntérprete: Antonio Manuel Mateus Antunes (Antonio Antunes) (ARM)Publicado em 2015 e lançado em 2008ECAD verificado fonograma #22733814 em 01/Jun/2024 com dados da UBEM