Mangueira é celeiro De bambas como eu Portela também teve O Paulo que morreu Mas o sambista vive eternamente No coração da gente
Os versos lá em Mangueira são modestos Mas há sempre força de expressão Nossos barracos são castelos Em nossa imaginação Ôh, ôh, ôh, ôh! Foi Mangueira quem chegou
Eu já sei porque choras, palhaço Eu já sei que alguém não te quer Enxuga o teu pranto O que não falta nesse mundo é mulher Vejo cair dos olhos teus Lágrimas cada vez mais Quero sorrir, quero alegria Não quero ouvir os teus ais
Compositores: Guilherme de Brito Bollhorst (Guilherme de Brito) (UBC), Nelson Antonio da Silva (Nelson Cavaquinho) (UBC)Editor: Arlequim (AMAR)Publicado em 2013 (20/Fev) e lançado em 2011 (02/Fev)ECAD verificado obra #64622 e fonograma #2937453 em 27/Abr/2024