Você saiu correndo, nem esperou o café Disse "tô com pressa, não dá tempo, não dá pé" Eu me espreguiçando, nem tentei entender Olhei pra sua xícara vazia e pensei "tal qual a vida do meu bem"
Hoje que você consiga ser o que precisa ser Convença os personagens Desse seu filme clichê Pague as contas, pegue a grana Engula os sapos, mas pra quê? Também não sei Com pessoas e momentos Que dispensem sua atuação Já não consegue se envolver Se divertir, então Quem tá com pressa, hoje Marlon brando, sou eu
Aquele meu escravo displicente e sisudo Hoje eu desconheço, até parece que é mudo De seu proprietário Um proletário e o sistema Controla sua vida, sua mente pequena Mas sem chicotes, nem algemas Que pena!
Hoje que você consiga ser o que precisa ser Convença os personagens Desse seu filme clichê Pague as contas, pegue a grana Engula os sapos, mas pra quê? Eu não sei Com pessoas e momentos Que dispensem sua atuação Já não consegue se envolver Se divertir, então Quem tá com pressa, hoje Marlon brando, sou eu
Compositor: Paula Cavalciuk (Paula) (ABRAMUS)Publicado em 2016 (06/Mai) e lançado em 2016 (05/Jul)ECAD verificado obra #13375721 e fonograma #15421875 em 19/Abr/2024 com dados da UBEM