Se cambiou a cerração Que me embaçava as retinas Tenho no meu rancho a china Pra matear de tardezinha Misto de deusa e rainha Teu olhar incandescente Qual matizes do poente Moldando a querência minha
Ela é a seiva do mate Que cevo nas madrugadas É a Dalva ao longo da estrada Iluminando o caminho Musa de afeto e carinho Dona do meu paraíso Flor de mulher que preciso Pra mim não viver sozinho
No seu rosto a primavera Embevecida de flores Seus olhos dois corredores Com brilho do amanhecer Deus não faz acontecer O que nos vem por destino Já não sou mais um teatino Sem razões para viver
Do mundo nada mais quero Somente a graça divina Pois quando o amor se termina Seca a vertente da vida A alma vive perdida Longe da felicidade E o guasca ceva a saudade Sem consolo e sem guarida
Compositores: Clovis Dias da Silva (Clovis da Silva) (ABRAMUS), Jaerson Luiz de Oliveira Martins (Os Mateadores) (ABRAMUS), Vilmar Vila de Menezes (Vilmar V Menezes) (UBC)Publicado em 2009 (29/Abr) e lançado em 2005 (10/Set)ECAD verificado obra #1143046 e fonograma #1516039 em 02/Abr/2024 com dados da UBEM