O sol da manha rasga o céu da amazônia eu olho belém da janela do hotel as aves que passam fazendo uma zona mostrando pra mim que a amazônia sou eu
Que tudo é muito lindo É branco é negro é índio
No rio tietê mora a minha verdade Sou caipira, sede urbana dos matos Um caipora que nasceu na cidade Um curupira de gravata e sapato
Sem nome sem dinheiro sou mais um brasileiro
Olhando Belém enquanto uma canoa desce o rio
E um curumim assiste da canoa Um boeing riscando o vazio Eu posso acreditar que ainda dá pra gente viver numa boa Os rios da minha aldeia são maiores que os de Fernado Pessoa (bis)
Molhando meus olhos de verde floresta Sentindo na pele o que diz o poeta Eu olho o futuro e pergunto pra insônia Será que o brasil nunca viu amazônia
Eu vou dormir com isso Será que é tão dificil
Olhando belém enquanto...(bis)
E o sol da manhã Rasga o céu da amazônia...
Compositor: Celso Viafora (AMAR)Publicado em 2004 (04/Ago)ECAD verificado obra #59051 e fonograma #43548 em 07/Abr/2024 com dados da UBEM