A rapper Nicki Minaj e o criador de Chucky, Don Mancini, protagonizaram uma troca pública de farpas nas redes sociais por causa do boneco assassino e das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, realizadas na terça-feira (3).
Apoiadora declarada de Donald Trump, Nicki publicou no X, antigo Twitter, uma imagem gerada por inteligência artificial de Chucky vestindo um terno rosa e um distintivo com os dizeres "Vote Red", em alusão ao Partido Republicano. A cantora escreveu, em inglês, "HAPPY ELECTION DAY!!!" ("Feliz dia da eleição!!!").
A resposta de Mancini
O roteirista não gostou da associação. Primeiro, rebateu publicando uma foto real do boneco, com cabelos azuis e um adesivo de votação: "Que pena, Nicki. Sem IA, aliás!".
Em seguida, o cineasta deixou clara a posição política do personagem. "Chucky tem um filho trans. Chucky protege as bonecas. Chucky é contra o ICE. Chucky diz: 'Uma onda azul está chegando, tão azul quanto os meus malditos olhos!'", publicou.
A expressão "protege as bonecas" é uma referência à comunidade LGBTQIA+, em especial às mulheres trans. Já o ICE é a agência de imigração dos Estados Unidos, alvo de críticas por suas operações de deportação durante o governo Trump.
O histórico progressista do boneco
A defesa de Mancini tem respaldo na própria franquia. Na série de TV Chucky, o boneco revela ao protagonista adolescente Jake que tem um filho queer e de identidade fluida, algo aceito sem ressalvas pelo personagem. "Não sou um monstro, Jake", diz ele em uma das cenas.
Não é a primeira vez
Minaj já havia recorrido ao boneco em outro contexto político. Em janeiro, usou uma imagem de Chucky para atacar o jornalista Don Lemon por sua cobertura de um protesto contra o ICE em uma igreja de St. Paul, Minnesota, chegando a pedir a prisão dele.
O episódio engrossa a lista de polêmicas da rapper por seu alinhamento com a direita americana, como quando foi acusada de transfobia após um discurso em comício de Trump.
Apoiadora declarada de Donald Trump, Nicki publicou no X, antigo Twitter, uma imagem gerada por inteligência artificial de Chucky vestindo um terno rosa e um distintivo com os dizeres "Vote Red", em alusão ao Partido Republicano. A cantora escreveu, em inglês, "HAPPY ELECTION DAY!!!" ("Feliz dia da eleição!!!").
A resposta de Mancini
O roteirista não gostou da associação. Primeiro, rebateu publicando uma foto real do boneco, com cabelos azuis e um adesivo de votação: "Que pena, Nicki. Sem IA, aliás!".
Em seguida, o cineasta deixou clara a posição política do personagem. "Chucky tem um filho trans. Chucky protege as bonecas. Chucky é contra o ICE. Chucky diz: 'Uma onda azul está chegando, tão azul quanto os meus malditos olhos!'", publicou.
A expressão "protege as bonecas" é uma referência à comunidade LGBTQIA+, em especial às mulheres trans. Já o ICE é a agência de imigração dos Estados Unidos, alvo de críticas por suas operações de deportação durante o governo Trump.
O histórico progressista do boneco
A defesa de Mancini tem respaldo na própria franquia. Na série de TV Chucky, o boneco revela ao protagonista adolescente Jake que tem um filho queer e de identidade fluida, algo aceito sem ressalvas pelo personagem. "Não sou um monstro, Jake", diz ele em uma das cenas.
Não é a primeira vez
Minaj já havia recorrido ao boneco em outro contexto político. Em janeiro, usou uma imagem de Chucky para atacar o jornalista Don Lemon por sua cobertura de um protesto contra o ICE em uma igreja de St. Paul, Minnesota, chegando a pedir a prisão dele.
O episódio engrossa a lista de polêmicas da rapper por seu alinhamento com a direita americana, como quando foi acusada de transfobia após um discurso em comício de Trump.








