A última homenagem a Lua Blanco veio de dentro de casa. No "Domingo Espetacular" de 25 de outubro, o irmão da atriz, Pedro Sol Blanco, apresentou uma canção escrita por ele após a morte da artista, aos 39 anos, e explicou por que ela decidiu esconder de quase todos o câncer no intestino que enfrentava.
Segundo o irmão, o silêncio foi uma escolha consciente de Lua. Internada no Instituto Nacional de Câncer (Inca) nas últimas três semanas de vida, ela pediu que o diagnóstico não viesse a público. "Ela queria que isso realmente não vazasse, porque ela queria chegar com a boa notícia de que ela foi curada", disse Pedro.
Ele contou que a irmã manteve a serenidade mesmo diante do quadro avançado da doença, que já havia atingido outros órgãos. "Em nenhum momento, ela perdeu a fé, ela se desesperou. Em nenhum momento, ela sequer reclamou", afirmou.
A música e a última mensagem
A homenagem ganhou forma em uma composição inédita, batizada de "Caminhada". "Hoje de manhã veio uma melodia na cabeça, uma coisa que veio de Deus, do meu sentimento sobre o que ela representou", relatou Pedro sobre a criação da canção dedicada à irmã.
O programa exibiu ainda uma das últimas mensagens escritas por Lua, enviada a uma amiga: "Me dá uma paz. No meio de todas as dúvidas e perguntas que surgiram essa semana, me conforta saber que a única coisa que eu preciso fazer é jurar lealdade a Jesus e ele me guiará para dentro do Reino dele."
O legado de "Rebelde"
Lua ficou conhecida em 2011 ao viver Roberta Messi na versão brasileira de "Rebelde", da Record, que virou febre entre os jovens e rendeu uma banda formada pelo elenco. "Ela tinha esse magnetismo da lua mesmo, sabe? Que trazia tudo para essa energia positiva que ela carregava", definiu o irmão.
Colega de elenco, o ator Beni Falcone lembrou a amizade que sobreviveu ao fim da novela. "A gente se aproximou muito e eu sempre fui um admirador dela. Não só pelo talento que ela tinha, mas a Lua sempre foi muito disciplinada, justa, cuidadosa com as pessoas do set", recordou.
O reencontro do elenco
Um dos desejos da atriz era reunir o grupo mais uma vez, o que acabou acontecendo em seu enterro, no último dia 19, no Rio de Janeiro. Arthur Aguiar, Chay Suede, Micael Borges, Sophia Abrahão e Mel Fronckowiak estiveram juntos na despedida, como mostramos quando Chay Suede se despediu da amiga e quando Arthur Aguiar falou sobre o funeral.
Alerta sobre a doença
A morte de Lua também reacendeu o debate sobre o diagnóstico precoce. Segundo o Inca, o Brasil deve registrar cerca de 780 mil novos casos de câncer por ano até 2028, com aumento entre pessoas com menos de 50 anos. O órgão recomenda iniciar o rastreamento a partir dos 45 anos, ou antes em casos de histórico familiar.
Segundo o irmão, o silêncio foi uma escolha consciente de Lua. Internada no Instituto Nacional de Câncer (Inca) nas últimas três semanas de vida, ela pediu que o diagnóstico não viesse a público. "Ela queria que isso realmente não vazasse, porque ela queria chegar com a boa notícia de que ela foi curada", disse Pedro.
Ele contou que a irmã manteve a serenidade mesmo diante do quadro avançado da doença, que já havia atingido outros órgãos. "Em nenhum momento, ela perdeu a fé, ela se desesperou. Em nenhum momento, ela sequer reclamou", afirmou.
A música e a última mensagem
A homenagem ganhou forma em uma composição inédita, batizada de "Caminhada". "Hoje de manhã veio uma melodia na cabeça, uma coisa que veio de Deus, do meu sentimento sobre o que ela representou", relatou Pedro sobre a criação da canção dedicada à irmã.
O programa exibiu ainda uma das últimas mensagens escritas por Lua, enviada a uma amiga: "Me dá uma paz. No meio de todas as dúvidas e perguntas que surgiram essa semana, me conforta saber que a única coisa que eu preciso fazer é jurar lealdade a Jesus e ele me guiará para dentro do Reino dele."
O legado de "Rebelde"
Lua ficou conhecida em 2011 ao viver Roberta Messi na versão brasileira de "Rebelde", da Record, que virou febre entre os jovens e rendeu uma banda formada pelo elenco. "Ela tinha esse magnetismo da lua mesmo, sabe? Que trazia tudo para essa energia positiva que ela carregava", definiu o irmão.
Colega de elenco, o ator Beni Falcone lembrou a amizade que sobreviveu ao fim da novela. "A gente se aproximou muito e eu sempre fui um admirador dela. Não só pelo talento que ela tinha, mas a Lua sempre foi muito disciplinada, justa, cuidadosa com as pessoas do set", recordou.
O reencontro do elenco
Um dos desejos da atriz era reunir o grupo mais uma vez, o que acabou acontecendo em seu enterro, no último dia 19, no Rio de Janeiro. Arthur Aguiar, Chay Suede, Micael Borges, Sophia Abrahão e Mel Fronckowiak estiveram juntos na despedida, como mostramos quando Chay Suede se despediu da amiga e quando Arthur Aguiar falou sobre o funeral.
Alerta sobre a doença
A morte de Lua também reacendeu o debate sobre o diagnóstico precoce. Segundo o Inca, o Brasil deve registrar cerca de 780 mil novos casos de câncer por ano até 2028, com aumento entre pessoas com menos de 50 anos. O órgão recomenda iniciar o rastreamento a partir dos 45 anos, ou antes em casos de histórico familiar.








