Os fãs de Benito Di Paula terão a chance de prestar uma última homenagem ao artista. O velório do cantor, compositor e pianista, morto aos 84 anos, será aberto ao público nesta terça-feira (20), das 9h às 15h, no Theatro Municipal de São Paulo, no centro da capital paulista.
A cerimônia vai permitir que admiradores, amigos e familiares se despeçam de um dos nomes mais queridos da música popular brasileira. Já o sepultamento, marcado para as 17h do mesmo dia, no Cemitério Morumby, será fechado e restrito aos parentes.
Para quem quiser enviar homenagens com flores, a assessoria de imprensa do artista disponibilizou o telefone (11) 91330-0359.
A despedida de um ícone da MPB
Benito morreu no último domingo (18), no Hospital Nove de Julho, em São Paulo, em decorrência de um câncer de próstata diagnosticado havia cerca de um ano. Ele passou mal no fim da tarde e foi levado ao hospital pelo filho, Rodrigo Vellozo, mas não resistiu, como o Vagalume noticiou no fim de semana.
Nascido Uday Vellozo em 28 de novembro de 1941, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, ele cresceu cercado pela música. O pai, José Vellozo, tocava piano, bandolim e violão, e foi peça central em sua iniciação musical.
O nome artístico surgiu ainda na adolescência, quando o incentivador Alfredo Motta o convidou para cantar no Hotel Avenida, em Nova Friburgo. Foram os dois que escolheram juntos a alcunha que marcaria toda a sua trajetória.
Clássicos que atravessaram gerações
Foi nos anos 1970 que Benito viveu o auge da popularidade. Faixas como "Retalhos de Cetim", "Charlie Brown", "Mulher Brasileira", "Do Jeito Que a Vida Quer" e "Se Não For Amor" se tornaram clássicos e definiram um estilo que aproximava o samba do romantismo, do bolero e do jazz.
Reconhecido pelo público e pela crítica, o artista comandou o programa Brasil Som 75 na TV Tupi, em 1975. No ano seguinte, conquistou o Troféu Imprensa de melhor cantor de 1976, à frente de nomes como Roberto Carlos e Chico Buarque.
Entre tantas canções que marcaram o cancioneiro nacional, "Mulher Brasileira" permanece como um dos retratos mais afetuosos que o samba dedicou às mulheres do país, e ajuda a explicar por que sua obra segue viva na memória de várias gerações.
A cerimônia vai permitir que admiradores, amigos e familiares se despeçam de um dos nomes mais queridos da música popular brasileira. Já o sepultamento, marcado para as 17h do mesmo dia, no Cemitério Morumby, será fechado e restrito aos parentes.
Para quem quiser enviar homenagens com flores, a assessoria de imprensa do artista disponibilizou o telefone (11) 91330-0359.
A despedida de um ícone da MPB
Benito morreu no último domingo (18), no Hospital Nove de Julho, em São Paulo, em decorrência de um câncer de próstata diagnosticado havia cerca de um ano. Ele passou mal no fim da tarde e foi levado ao hospital pelo filho, Rodrigo Vellozo, mas não resistiu, como o Vagalume noticiou no fim de semana.
Nascido Uday Vellozo em 28 de novembro de 1941, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, ele cresceu cercado pela música. O pai, José Vellozo, tocava piano, bandolim e violão, e foi peça central em sua iniciação musical.
O nome artístico surgiu ainda na adolescência, quando o incentivador Alfredo Motta o convidou para cantar no Hotel Avenida, em Nova Friburgo. Foram os dois que escolheram juntos a alcunha que marcaria toda a sua trajetória.
Clássicos que atravessaram gerações
Foi nos anos 1970 que Benito viveu o auge da popularidade. Faixas como "Retalhos de Cetim", "Charlie Brown", "Mulher Brasileira", "Do Jeito Que a Vida Quer" e "Se Não For Amor" se tornaram clássicos e definiram um estilo que aproximava o samba do romantismo, do bolero e do jazz.
Reconhecido pelo público e pela crítica, o artista comandou o programa Brasil Som 75 na TV Tupi, em 1975. No ano seguinte, conquistou o Troféu Imprensa de melhor cantor de 1976, à frente de nomes como Roberto Carlos e Chico Buarque.
Entre tantas canções que marcaram o cancioneiro nacional, "Mulher Brasileira" permanece como um dos retratos mais afetuosos que o samba dedicou às mulheres do país, e ajuda a explicar por que sua obra segue viva na memória de várias gerações.








