Um novo relatório sobre a morte de Hayden Panettiere trouxe à tona detalhes inéditos sobre as semanas que antecederam o falecimento da atriz e cantora, aos 36 anos, em 16 de agosto, num Airbnb em Greenville, na Carolina do Sul.

O documento do Escritório do Legista do Condado de Greenville, obtido pela Page Six nesta quarta-feira (23), afirma que ela teria acabado de deixar uma clínica de reabilitação na Califórnia poucas semanas antes de morrer.

Segundo o laudo, um dos irmãos Hickerson (o nome aparece tarjado no documento) contou que a artista "estava numa clínica de reabilitação em Malibu, Califórnia, até algumas semanas atrás". Ele teria descrito ainda "um longo histórico de abuso de drogas, álcool e óxido nitroso" e afirmado que já precisou aplicar Narcan nela outras vezes, medicamento de emergência usado para reverter overdoses por opioides.

O relato do pai

Skip Panettiere, pai da atriz, confirmou aos investigadores que a filha "tinha sido liberada recentemente" de uma clínica em Malibu, onde passou "duas ou três semanas". Ele afirmou que Hayden "lutava contra o vício desde o início dos 20 anos e passou por várias clínicas de reabilitação desde então".

O pai fez questão de destacar que o relacionamento intermitente dela com o ex-namorado Brian "não foi nada além de conturbado". Skip acrescentou que a filha "sofreu de depressão pós-parto após o nascimento da filha", Kaya, de 11 anos, e que os problemas com dependência "se agravaram desde então".

As novas conclusões, reveladas inicialmente pelo TMZ, incluem informações antes desconhecidas sobre o dia da morte, que segue em investigação. O caso já teve a causa oficial divulgada: como mostramos ao detalhar o laudo, a atriz teve uma overdose acidental de fentanil, informação que se soma ao relato de que ela morreu após um único comprimido.