O cantor Conrado, de 58 anos, foi às redes sociais para rebater a ação judicial movida por Xuxa contra ele e a mulher, a ex-paquita Andréa Sorvetão. Em um vídeo, acusou a apresentadora de agir movida por vingança e disparou críticas pessoais.
"Você tem o coração ruim", afirmou o cantor, que também classificou Xuxa como "uma pessoa má" e "vingativa". Segundo ele, a apresentadora teria recusado um acordo proposto anos atrás para quitar os valores em aberto.
Veja abaixo:
A cobrança tem origem em um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro, que Xuxa cedeu por comodato, de forma gratuita, à família da ex-paquita em janeiro de 2020. Pelo combinado, o casal ficaria responsável por despesas como condomínio, IPTU, seguro contra incêndio, luz e gás. Como as contas não foram quitadas, os valores acumularam e, corrigidos, chegam a cerca de R$ 26 mil.
Do outro lado, Andréa afirmou que ainda não havia sido notificada formalmente sobre o processo. Ela disse ter tomado conhecimento dos débitos apenas em 2023, quando foi procurada pela administradora do prédio, à época, a quantia girava em torno de R$ 13 mil. A ex-paquita reconheceu a necessidade de pagamento e teria proposto dividir o valor em 22 parcelas.
"Você tem o coração ruim", afirmou o cantor, que também classificou Xuxa como "uma pessoa má" e "vingativa". Segundo ele, a apresentadora teria recusado um acordo proposto anos atrás para quitar os valores em aberto.
Veja abaixo:
A cobrança tem origem em um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro, que Xuxa cedeu por comodato, de forma gratuita, à família da ex-paquita em janeiro de 2020. Pelo combinado, o casal ficaria responsável por despesas como condomínio, IPTU, seguro contra incêndio, luz e gás. Como as contas não foram quitadas, os valores acumularam e, corrigidos, chegam a cerca de R$ 26 mil.
Do outro lado, Andréa afirmou que ainda não havia sido notificada formalmente sobre o processo. Ela disse ter tomado conhecimento dos débitos apenas em 2023, quando foi procurada pela administradora do prédio, à época, a quantia girava em torno de R$ 13 mil. A ex-paquita reconheceu a necessidade de pagamento e teria proposto dividir o valor em 22 parcelas.








