Britney Spears voltou a abrir o baú das lembranças difíceis do auge da carreira. Em um novo relato publicado nas redes sociais, a cantora falou sobre a maratona de encontros com fãs nos bastidores dos shows e revelou o peso emocional que aquela rotina deixou.
(Foto: Reprodução / Instagram)
Segundo a artista, havia noites em que precisava receber até 70 pessoas seguidas em sessões de meet & greet. "Sinceramente, eu me sentia como um robô, uma máquina. E graças a Deus, isso acabou", declarou.
Britney contou que a dificuldade vinha desde o começo. No início da carreira, ao lado da assistente de longa data Felicia Culotta, dizia sofrer com crises de asma e chegava a tremer quando o número de fãs passava de dez em um mesmo encontro.
Leia o desabafo completo:
"Minha amiga falou: 'Por que você está usando um sutiã de rock 'n' roll? Isso não tem nada a ver com você.' E ela tem razão. Não é algo que eu usaria como sutiã de jeito nenhum, embora, como artista, eu tenha usado todas as noites durante “I Love Rock 'n' Roll”.
Digamos que eu realmente mudei muito. Sinceramente, não consigo acreditar que eu já fui capaz de me apresentar diante de tantas pessoas. Meu Deus. Sou tão sensível e tenho orgulho de mim mesma por ter encerrado tudo aquilo, porque, por anos demais, aquilo foi algo forçado.
Quando eu trabalhava com Felicia, no início da minha carreira, eu tinha crises de asma e começava a tremer se precisasse conhecer mais de 10 pessoas em um meet and greet. Ela conseguia ver nos meus olhos o quanto eu ficava assustada. Meu pai fazia com que eu conhecesse cerca de 70 pessoas, acho, naquela época.
Eu perdi a sensibilidade da minha alma. E isso literalmente doía. Eu me sentia como um robô.
Acho que, naquela época, perdi algo sagrado que costumava ter na minha relação com as pessoas, porque secretamente eu era muito sensível e dolorosamente tímida. Sinto falta da relação verdadeira que eu costumava ter com as pessoas.
Sinceramente, eu me sentia como um robô, uma máquina. E, graças a Deus, tudo isso acabou."
O desabafo se soma a uma série de relatos recentes em que a cantora revisita os anos de exposição intensa. A sensação, segundo ela, foi de esgotamento: "Perdi a sensibilidade da minha alma", afirmou, ao descrever como a obrigação de sorrir sob demanda "doía de verdade".
Não é a primeira vez neste mês que a estrela expõe episódios da vida pessoal. Há poucas semanas, como mostramos quando a cantora acusou um faxineiro de espionar sua rotina, ela já havia usado as redes para falar sobre privacidade e pressão constante.
(Foto: Reprodução / Instagram)
Segundo a artista, havia noites em que precisava receber até 70 pessoas seguidas em sessões de meet & greet. "Sinceramente, eu me sentia como um robô, uma máquina. E graças a Deus, isso acabou", declarou.
Britney contou que a dificuldade vinha desde o começo. No início da carreira, ao lado da assistente de longa data Felicia Culotta, dizia sofrer com crises de asma e chegava a tremer quando o número de fãs passava de dez em um mesmo encontro.
Leia o desabafo completo:
"Minha amiga falou: 'Por que você está usando um sutiã de rock 'n' roll? Isso não tem nada a ver com você.' E ela tem razão. Não é algo que eu usaria como sutiã de jeito nenhum, embora, como artista, eu tenha usado todas as noites durante “I Love Rock 'n' Roll”.
Digamos que eu realmente mudei muito. Sinceramente, não consigo acreditar que eu já fui capaz de me apresentar diante de tantas pessoas. Meu Deus. Sou tão sensível e tenho orgulho de mim mesma por ter encerrado tudo aquilo, porque, por anos demais, aquilo foi algo forçado.
Quando eu trabalhava com Felicia, no início da minha carreira, eu tinha crises de asma e começava a tremer se precisasse conhecer mais de 10 pessoas em um meet and greet. Ela conseguia ver nos meus olhos o quanto eu ficava assustada. Meu pai fazia com que eu conhecesse cerca de 70 pessoas, acho, naquela época.
Eu perdi a sensibilidade da minha alma. E isso literalmente doía. Eu me sentia como um robô.
Acho que, naquela época, perdi algo sagrado que costumava ter na minha relação com as pessoas, porque secretamente eu era muito sensível e dolorosamente tímida. Sinto falta da relação verdadeira que eu costumava ter com as pessoas.
Sinceramente, eu me sentia como um robô, uma máquina. E, graças a Deus, tudo isso acabou."
O desabafo se soma a uma série de relatos recentes em que a cantora revisita os anos de exposição intensa. A sensação, segundo ela, foi de esgotamento: "Perdi a sensibilidade da minha alma", afirmou, ao descrever como a obrigação de sorrir sob demanda "doía de verdade".
Não é a primeira vez neste mês que a estrela expõe episódios da vida pessoal. Há poucas semanas, como mostramos quando a cantora acusou um faxineiro de espionar sua rotina, ela já havia usado as redes para falar sobre privacidade e pressão constante.








