BTS recebeu de um dos maiores jornais do mundo uma comparação de peso máximo. Em uma análise recente, o The New York Times classificou o grupo sul-coreano como o maior fenômeno da música popular desde Michael Jackson.
(Foto: BIGHIT MUSIC)
O texto do veículo americano nasceu de um movimento que agitou o K-pop nas últimas semanas: a escolha dos sete integrantes de ficar fora do Grammy 2027, retirando o álbum "ARIRANG" da disputa pelo prêmio da Recording Academy.
Para o jornal, "o BTS, possivelmente o maior grupo do mundo desde Michael Jackson, é talvez o único grupo musical coreano com a liberdade e a influência necessárias para provocar uma mudança radical".
O veículo ainda provoca: "Será este o momento em que artistas e empresários vão se unir para forçar as principais instituições do setor a romperem com seu vício em racismo disfarçado de demografia?"
O que motivou a saída do Grammy
O posicionamento do grupo veio pouco mais de um mês depois de a Recording Academy anunciar mudanças na premiação, incluindo a criação de cinco novas categorias.
Uma delas separa a música pop asiática das disputas principais, com o troféu de Melhor Performance de Música Pop Asiática. Foi justamente essa divisão que motivou o comunicado do grupo.
Em nota compartilhada nas redes de todos os integrantes, o septeto afirmou: "Decidimos não submeter nossa candidatura ao Grammy este ano. Esperamos que a música possa ser ouvida e amada por si só, em vez de ser dividida por regiões ou idiomas. Agradecemos sinceramente aos ARMYs e a todos que sempre estão conosco."
Do "Dynamite" ao topo da Billboard
Parte do tamanho que o BTS alcançou foi construída com uma sequência de hits globais. "Dynamite", primeiro single totalmente em inglês do grupo, levou os sul-coreanos ao primeiro lugar da Billboard Hot 100.
A façanha se repetiu com "Butter", que emplacou semanas no topo da parada americana e reforçou o alcance pop do septeto.
Antes da guinada em inglês, faixas como "Boy With Luv (with Halsey)", "Fake Love" e "Dna" já haviam ampliado a legião de fãs do grupo pelo mundo.
Ao recusar o Grammy e receber do New York Times uma comparação reservada a pouquíssimos nomes da história, o BTS reforça a posição de porta-voz de uma nova geração do pop asiático diante da indústria.
(Foto: BIGHIT MUSIC)
O texto do veículo americano nasceu de um movimento que agitou o K-pop nas últimas semanas: a escolha dos sete integrantes de ficar fora do Grammy 2027, retirando o álbum "ARIRANG" da disputa pelo prêmio da Recording Academy.
Para o jornal, "o BTS, possivelmente o maior grupo do mundo desde Michael Jackson, é talvez o único grupo musical coreano com a liberdade e a influência necessárias para provocar uma mudança radical".
O veículo ainda provoca: "Será este o momento em que artistas e empresários vão se unir para forçar as principais instituições do setor a romperem com seu vício em racismo disfarçado de demografia?"
O que motivou a saída do Grammy
O posicionamento do grupo veio pouco mais de um mês depois de a Recording Academy anunciar mudanças na premiação, incluindo a criação de cinco novas categorias.
Uma delas separa a música pop asiática das disputas principais, com o troféu de Melhor Performance de Música Pop Asiática. Foi justamente essa divisão que motivou o comunicado do grupo.
Em nota compartilhada nas redes de todos os integrantes, o septeto afirmou: "Decidimos não submeter nossa candidatura ao Grammy este ano. Esperamos que a música possa ser ouvida e amada por si só, em vez de ser dividida por regiões ou idiomas. Agradecemos sinceramente aos ARMYs e a todos que sempre estão conosco."
Do "Dynamite" ao topo da Billboard
Parte do tamanho que o BTS alcançou foi construída com uma sequência de hits globais. "Dynamite", primeiro single totalmente em inglês do grupo, levou os sul-coreanos ao primeiro lugar da Billboard Hot 100.
A façanha se repetiu com "Butter", que emplacou semanas no topo da parada americana e reforçou o alcance pop do septeto.
Antes da guinada em inglês, faixas como "Boy With Luv (with Halsey)", "Fake Love" e "Dna" já haviam ampliado a legião de fãs do grupo pelo mundo.
Ao recusar o Grammy e receber do New York Times uma comparação reservada a pouquíssimos nomes da história, o BTS reforça a posição de porta-voz de uma nova geração do pop asiático diante da indústria.








