A justiça argentina encerrou de forma definitiva a suspeita que pairava sobre um dos amigos de Liam Payne. O empresário Rogelio "Roger" Nores foi inocentado de toda responsabilidade criminal na morte do cantor, que caiu da sacada de um hotel em Buenos Aires em outubro de 2024.
(Foto: Reprodução Instagram)
Segundo o New York Post, um painel de três juízes do Tribunal de Cassação Penal de Buenos Aires assinou a decisão em 9 de junho, derrubando a acusação de fornecimento de drogas. Como a promotoria não recorreu, a absolvição se tornou irreversível.
A corte foi objetiva ao justificar o veredito: Payne era um adulto livre para tomar as próprias decisões, e Nores não poderia ser responsabilizado criminalmente por essas escolhas.
No centro da acusação estava uma mensagem encontrada no celular do cantor, na qual ele pedia "seis gramas" ao amigo. Nores nunca respondeu, e os juízes não encontraram prova de que ele tenha concordado em fornecer qualquer substância.
"Não há qualquer chance de Nores voltar a ser incluído no caso. A corte foi clara ao inocentá-lo de qualquer irregularidade", afirmou Rafael Cúneo Libarona, advogado de defesa, ao jornal.
O defensor reforçou o argumento. "Roger nunca teve o dever de cuidar de Payne, muito menos de cuidar de seus vícios. Ele não era o fiador de Liam. Era seu amigo, não seu médico, enfermeiro ou terapeuta", disse.
O desfecho encerra quase dois anos de batalha judicial. Payne morreu em 16 de outubro de 2024, ao cair da sacada do hotel CasaSur Palermo. Nores chegou a ser indiciado por homicídio culposo em novembro daquele ano, acusação retirada em fevereiro de 2025.
A imputação por fornecimento de drogas surgiu em junho de 2025 e foi rejeitada em abril de 2026, antes de o tribunal de apelação confirmar a decisão. A autópsia apontou politraumatismo e hemorragias como causa da morte, com álcool, cocaína e um antidepressivo no organismo.
Ainda respondem no processo o garçom Braian Nahuel Paiz, de 26 anos, e o funcionário do hotel Ezequiel David Pereyra, de 22, acusados de vender cocaína ao cantor. Os dois passaram mais de um ano detidos antes de serem soltos em março de 2026.
Em 3 de julho, a juíza Karina Andrade autorizou nova perícia em dez celulares e um pen drive ligados à dupla, para analisar mensagens, redes sociais e históricos de navegação. Outros dois funcionários do hotel já haviam tido acusações de homicídio culposo arquivadas.
A morte de Payne, um dos vocalistas do One Direction, ainda mobiliza fãs e ex-integrantes do grupo. Em maio, Niall Horan lançou "End of an Era" em homenagem ao amigo, como o Vagalume noticiou na época.
Em junho, o filho de Payne foi confirmado como único herdeiro da fortuna de US$ 28 milhões deixada pelo cantor.
(Foto: Reprodução Instagram)
Segundo o New York Post, um painel de três juízes do Tribunal de Cassação Penal de Buenos Aires assinou a decisão em 9 de junho, derrubando a acusação de fornecimento de drogas. Como a promotoria não recorreu, a absolvição se tornou irreversível.
A corte foi objetiva ao justificar o veredito: Payne era um adulto livre para tomar as próprias decisões, e Nores não poderia ser responsabilizado criminalmente por essas escolhas.
No centro da acusação estava uma mensagem encontrada no celular do cantor, na qual ele pedia "seis gramas" ao amigo. Nores nunca respondeu, e os juízes não encontraram prova de que ele tenha concordado em fornecer qualquer substância.
"Não há qualquer chance de Nores voltar a ser incluído no caso. A corte foi clara ao inocentá-lo de qualquer irregularidade", afirmou Rafael Cúneo Libarona, advogado de defesa, ao jornal.
O defensor reforçou o argumento. "Roger nunca teve o dever de cuidar de Payne, muito menos de cuidar de seus vícios. Ele não era o fiador de Liam. Era seu amigo, não seu médico, enfermeiro ou terapeuta", disse.
O desfecho encerra quase dois anos de batalha judicial. Payne morreu em 16 de outubro de 2024, ao cair da sacada do hotel CasaSur Palermo. Nores chegou a ser indiciado por homicídio culposo em novembro daquele ano, acusação retirada em fevereiro de 2025.
A imputação por fornecimento de drogas surgiu em junho de 2025 e foi rejeitada em abril de 2026, antes de o tribunal de apelação confirmar a decisão. A autópsia apontou politraumatismo e hemorragias como causa da morte, com álcool, cocaína e um antidepressivo no organismo.
Ainda respondem no processo o garçom Braian Nahuel Paiz, de 26 anos, e o funcionário do hotel Ezequiel David Pereyra, de 22, acusados de vender cocaína ao cantor. Os dois passaram mais de um ano detidos antes de serem soltos em março de 2026.
Em 3 de julho, a juíza Karina Andrade autorizou nova perícia em dez celulares e um pen drive ligados à dupla, para analisar mensagens, redes sociais e históricos de navegação. Outros dois funcionários do hotel já haviam tido acusações de homicídio culposo arquivadas.
A morte de Payne, um dos vocalistas do One Direction, ainda mobiliza fãs e ex-integrantes do grupo. Em maio, Niall Horan lançou "End of an Era" em homenagem ao amigo, como o Vagalume noticiou na época.
Em junho, o filho de Payne foi confirmado como único herdeiro da fortuna de US$ 28 milhões deixada pelo cantor.








