O retorno de Madonna às pistas com "Confessions II" já nasce cercado de expectativa no Grammy. A forte recepção ao disco torna provável que ele leve o prêmio de melhor álbum dance/eletrônico na 69ª edição, marcada para 7 de fevereiro.
(Foto: Reprodução Instagram)
Seria a consagração exatamente 20 anos depois de "Confessions on a Dance Floor" vencer a mesma categoria, em 2006. Com o feito, Madonna se tornaria a primeira mulher a ganhar duas vezes nessa disputa, criada em 2005, e teria o maior intervalo entre vitórias na história do prêmio.
O recorde atual pertence ao The Chemical Brothers, com 14 anos entre triunfos. Na crítica, "Confessions II" chega firme: soma 83 pontos no agregador Metacritic, a segunda melhor nota entre os álbuns de Madonna lançados após 2000.
Segundo a Billboard, o disco é "um estonteante retrato moderno da música de clube", que evoca as eras anteriores do gênero "sem nunca cair no pastiche". As faixas já estão disponíveis no Vagalume desde a chegada de "Confessions II".
Além do álbum, as músicas devem concorrer isoladamente. A Warner Records planeja inscrever "I Feel So Free" em melhor gravação dance/eletrônica e "" ou "Bring Your Love (With Sabrina Carpenter)", com Sabrina Carpenter, em melhor gravação dance pop.
A parceria com Sabrina Carpenter ainda pode ser deslocada para a categoria de performance de dupla ou grupo pop. Se for aceita ali, "Bring Your Love (With Sabrina Carpenter)" não poderá disputar melhor gravação dance pop ao mesmo tempo.
O projeto também mira as grandes categorias: álbum, gravação e canção do ano, somadas a melhor filme musical, por "Confessions II: The Film", e melhor videoclipe, por "Bring Your Love".
Vencer as três categorias dance de uma só vez levaria Madonna a repetir a noite de 1999, única em que faturou três Grammys juntos, e colocaria sua conta de troféus na casa das dezenas. Até hoje, ela soma sete estatuetas.
O número surpreende para uma artista de seu porte. A votação do Grammy demorou a abraçá-la: ela não foi indicada a artista revelação em 1984 nem em 1985 e só chegou às grandes categorias em 1999, com "Ray of Light".
Madonna nunca foi indicada a canção do ano, ainda que tenha escrito ou coescrito 32 de seus 38 hits no top 10 da Billboard Hot 100. Também jamais venceu em categorias de performance vocal, algo que ela própria já relativizou.
"Sei que não sou a melhor cantora ou dançarina, mas isso não me interessa", disse certa vez, segundo a Billboard. "Meu interesse é ser provocante e apertar os botões das pessoas."
A eventual vitória colocaria Madonna numa sequência recente de mulheres na categoria: Beyoncé venceu em 2023 com "Renaissance", Charli XCX em 2025 com "Brat" e FKA Twigs em 2026 com "Eusexua".
O produtor Stuart Price, que assina todas as faixas de "Confessions II" ao lado de Madonna, também seria premiado, assim como foi em "Confessions on a Dance Floor".
Mesmo com o histórico irregular de prêmios, o Grammy reconhece seu peso: Madonna já abriu a cerimônia três vezes, em 1999, 2001 e 2006, quando emendou "Hung Up" ao som do Gorillaz. É um recorde que ela divide com nomes como Whitney Houston e U2.
(Foto: Reprodução Instagram)
Seria a consagração exatamente 20 anos depois de "Confessions on a Dance Floor" vencer a mesma categoria, em 2006. Com o feito, Madonna se tornaria a primeira mulher a ganhar duas vezes nessa disputa, criada em 2005, e teria o maior intervalo entre vitórias na história do prêmio.
O recorde atual pertence ao The Chemical Brothers, com 14 anos entre triunfos. Na crítica, "Confessions II" chega firme: soma 83 pontos no agregador Metacritic, a segunda melhor nota entre os álbuns de Madonna lançados após 2000.
Segundo a Billboard, o disco é "um estonteante retrato moderno da música de clube", que evoca as eras anteriores do gênero "sem nunca cair no pastiche". As faixas já estão disponíveis no Vagalume desde a chegada de "Confessions II".
Além do álbum, as músicas devem concorrer isoladamente. A Warner Records planeja inscrever "I Feel So Free" em melhor gravação dance/eletrônica e "" ou "Bring Your Love (With Sabrina Carpenter)", com Sabrina Carpenter, em melhor gravação dance pop.
A parceria com Sabrina Carpenter ainda pode ser deslocada para a categoria de performance de dupla ou grupo pop. Se for aceita ali, "Bring Your Love (With Sabrina Carpenter)" não poderá disputar melhor gravação dance pop ao mesmo tempo.
O projeto também mira as grandes categorias: álbum, gravação e canção do ano, somadas a melhor filme musical, por "Confessions II: The Film", e melhor videoclipe, por "Bring Your Love".
Vencer as três categorias dance de uma só vez levaria Madonna a repetir a noite de 1999, única em que faturou três Grammys juntos, e colocaria sua conta de troféus na casa das dezenas. Até hoje, ela soma sete estatuetas.
O número surpreende para uma artista de seu porte. A votação do Grammy demorou a abraçá-la: ela não foi indicada a artista revelação em 1984 nem em 1985 e só chegou às grandes categorias em 1999, com "Ray of Light".
Madonna nunca foi indicada a canção do ano, ainda que tenha escrito ou coescrito 32 de seus 38 hits no top 10 da Billboard Hot 100. Também jamais venceu em categorias de performance vocal, algo que ela própria já relativizou.
"Sei que não sou a melhor cantora ou dançarina, mas isso não me interessa", disse certa vez, segundo a Billboard. "Meu interesse é ser provocante e apertar os botões das pessoas."
A eventual vitória colocaria Madonna numa sequência recente de mulheres na categoria: Beyoncé venceu em 2023 com "Renaissance", Charli XCX em 2025 com "Brat" e FKA Twigs em 2026 com "Eusexua".
O produtor Stuart Price, que assina todas as faixas de "Confessions II" ao lado de Madonna, também seria premiado, assim como foi em "Confessions on a Dance Floor".
Mesmo com o histórico irregular de prêmios, o Grammy reconhece seu peso: Madonna já abriu a cerimônia três vezes, em 1999, 2001 e 2006, quando emendou "Hung Up" ao som do Gorillaz. É um recorde que ela divide com nomes como Whitney Houston e U2.








