A música clássica brasileira está de luto. Laís de Souza Brasil, uma das mais importantes pianistas do país, morreu aos 93 anos no Rio de Janeiro. A notícia foi confirmada pela família nesta quarta-feira (24/6), que informou que a artista havia partido no dia 18 de junho, "cercada pelo carinho de familiares e amigos".
(Foto: Divulgação)
Integrante da Academia Brasileira de Música, Laís construiu uma trajetória de sete décadas dedicada à música de concerto. Ao longo da carreira, levou composições brasileiras a palcos de diferentes continentes, com passagens marcantes pela Europa, pelos Estados Unidos e pela América Latina. A causa da morte não foi divulgada.
Em comunicado, os familiares ressaltaram a entrega da pianista à arte. "A música não foi apenas sua profissão, mas sua missão de vida. Seu legado seguirá vivo em cada gravação, concerto e memória que ajudou a construir ao longo de décadas", diz o texto.
Nascida no Rio de Janeiro em 1933, Laís descobriu o piano ainda na infância e, aos 7 anos, já subia ao palco para se apresentar em público. Formou-se na então Escola Nacional de Música e aprofundou os estudos na Áustria e na Itália, período decisivo para a projeção internacional que viria a conquistar.
Entre as muitas honrarias que recebeu, está o Harriet Cohen International Award, entregue em Londres e considerado uma das distinções mais prestigiadas da música clássica do século XX. O prêmio ajudou a consolidar seu nome entre os grandes intérpretes de sua geração.
A atuação de Laís, porém, não se limitou ao teclado. Ela também se destacou como pesquisadora, conferencista, autora de ensaios e jurada de concursos, espalhando conhecimento sobre o repertório brasileiro. Fazia parte da Academia Brasileira de Música, instituição fundada por Heitor Villa-Lobos, reforçando o vínculo entre seu trabalho e a tradição erudita nacional.
(Foto: Divulgação)
Integrante da Academia Brasileira de Música, Laís construiu uma trajetória de sete décadas dedicada à música de concerto. Ao longo da carreira, levou composições brasileiras a palcos de diferentes continentes, com passagens marcantes pela Europa, pelos Estados Unidos e pela América Latina. A causa da morte não foi divulgada.
Em comunicado, os familiares ressaltaram a entrega da pianista à arte. "A música não foi apenas sua profissão, mas sua missão de vida. Seu legado seguirá vivo em cada gravação, concerto e memória que ajudou a construir ao longo de décadas", diz o texto.
Nascida no Rio de Janeiro em 1933, Laís descobriu o piano ainda na infância e, aos 7 anos, já subia ao palco para se apresentar em público. Formou-se na então Escola Nacional de Música e aprofundou os estudos na Áustria e na Itália, período decisivo para a projeção internacional que viria a conquistar.
Entre as muitas honrarias que recebeu, está o Harriet Cohen International Award, entregue em Londres e considerado uma das distinções mais prestigiadas da música clássica do século XX. O prêmio ajudou a consolidar seu nome entre os grandes intérpretes de sua geração.
A atuação de Laís, porém, não se limitou ao teclado. Ela também se destacou como pesquisadora, conferencista, autora de ensaios e jurada de concursos, espalhando conhecimento sobre o repertório brasileiro. Fazia parte da Academia Brasileira de Música, instituição fundada por Heitor Villa-Lobos, reforçando o vínculo entre seu trabalho e a tradição erudita nacional.







