Uma fã brasileira de Jung Kook, integrante do BTS, foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, e corre o risco de ser deportada do país. A decisão foi motivada por perseguição obsessiva ao cantor, segundo as autoridades de Seul.
De acordo com os documentos do tribunal, o comportamento teve início em dezembro do ano passado. A jovem, cuja identidade não foi divulgada, teria visitado a residência do artista, em Seul, cerca de 22 vezes em um período inferior a dois meses.
Sob a justificativa de agir "por amor" ao ídolo, ela costumava rodear a propriedade, arremessar objetos por cima do muro e deixar cartas e fotografias na fresta da porta. O episódio mais extremo ocorreu quando a fã tocou a campainha do imóvel por 133 vezes seguidas.
Dias depois, a mulher foi presa em flagrante após seguir um entregador de comida para acessar o condomínio por um portão lateral. Liberada no dia seguinte com advertência formal, ela voltou a frequentar o perímetro, o que levou a polícia a emitir uma medida proibindo sua aproximação a menos de 100 metros da residência.
Diante da insistência, o caso foi encaminhado aos promotores em fevereiro. Ao proferir a sentença, o juiz distrital considerou fatores atenuantes e avaliou que o risco de reincidência imediata não seria significativo.
O episódio reacende o debate sobre as chamadas "sasaengs", fãs obsessivas que perseguem ídolos do K-pop. O próprio Jung Kook já utilizou as redes sociais para confrontar perseguidores e alertar que denunciaria os responsáveis por violarem sua privacidade.
Apesar das questões de segurança, a agenda do grupo segue intensa. O caso vem à tona durante os preparativos do BTS para o show do intervalo da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Shakira e Madonna.
O grupo também tem passagens confirmadas pelo Brasil. A "BTS World Tour Arirang" terá três apresentações em São Paulo em 2026, marcadas para os dias 28, 30 e 31 de outubro, no Estádio do MorumBIS.
Dono de sucessos globais, Jung Kook consolidou sua carreira solo com hits como "Seven (Feat. Latto)", enquanto o BTS segue como um dos maiores fenômenos do pop mundial, com a faixa "SWIM" em alta nas paradas.
De acordo com os documentos do tribunal, o comportamento teve início em dezembro do ano passado. A jovem, cuja identidade não foi divulgada, teria visitado a residência do artista, em Seul, cerca de 22 vezes em um período inferior a dois meses.
Sob a justificativa de agir "por amor" ao ídolo, ela costumava rodear a propriedade, arremessar objetos por cima do muro e deixar cartas e fotografias na fresta da porta. O episódio mais extremo ocorreu quando a fã tocou a campainha do imóvel por 133 vezes seguidas.
Dias depois, a mulher foi presa em flagrante após seguir um entregador de comida para acessar o condomínio por um portão lateral. Liberada no dia seguinte com advertência formal, ela voltou a frequentar o perímetro, o que levou a polícia a emitir uma medida proibindo sua aproximação a menos de 100 metros da residência.
Diante da insistência, o caso foi encaminhado aos promotores em fevereiro. Ao proferir a sentença, o juiz distrital considerou fatores atenuantes e avaliou que o risco de reincidência imediata não seria significativo.
O episódio reacende o debate sobre as chamadas "sasaengs", fãs obsessivas que perseguem ídolos do K-pop. O próprio Jung Kook já utilizou as redes sociais para confrontar perseguidores e alertar que denunciaria os responsáveis por violarem sua privacidade.
Apesar das questões de segurança, a agenda do grupo segue intensa. O caso vem à tona durante os preparativos do BTS para o show do intervalo da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Shakira e Madonna.
O grupo também tem passagens confirmadas pelo Brasil. A "BTS World Tour Arirang" terá três apresentações em São Paulo em 2026, marcadas para os dias 28, 30 e 31 de outubro, no Estádio do MorumBIS.
Dono de sucessos globais, Jung Kook consolidou sua carreira solo com hits como "Seven (Feat. Latto)", enquanto o BTS segue como um dos maiores fenômenos do pop mundial, com a faixa "SWIM" em alta nas paradas.








