Crédito foto: Reprodução / Instagram (@nattan)
Rafa Kalimann usou os stories do Instagram para se pronunciar após trechos do documentário "Tempo Para Amar" viralizarem nas redes sociais com uma leitura que ela classificou como distorcida.
"Eu não fui abandonada. O Nattan não me abandonou. Essa palavra não existiu no documentário", afirmou a atriz e influenciadora.
A declaração veio como resposta a uma enxurrada de comentários que interpretaram falas emocionais da produção como um relato de abandono durante a gravidez de Zuza, a filha que ela tem com o cantor Nattan.
A apresentadora explicou que o projeto foi concebido justamente para retratar as dificuldades reais da maternidade e da paternidade, sem idealizações.
"Eu não queria um documentário comercial de margarina, que eu mostrasse uma coisa utópica que não existe", declarou.
Segundo ela, o sentimento de solidão descrito no primeiro episódio é um estado emocional que muitas mães experienciam mesmo estando rodeadas de pessoas — e não um indício de abandono. "Você pode estar cercada de pessoas ao seu redor e aquele sentimento continua ali dentro", disse.
Em declaração anterior, Rafa havia comentado que Nattan mudou de comportamento na reta final da gravidez, o que gerou ampla repercussão.
Rafa também esclareceu a questão da indução do parto. Segundo ela, a decisão foi tomada por recomendação médica após a gestação ultrapassar 41 semanas. "A decisão da indução parte daí, por proteção à Zuza", explicou.
Ela ainda pediu que o público assista ao documentário na íntegra antes de formar opinião, afirmando que pequenos trechos retirados de contexto não representam a história que ela e Nattan escolheram contar. "Nós estamos longe de ser um casal perfeito. Somos como qualquer outro casal. A vida real tem conflito, tem ajuste de rota, mas o que importa é como a gente constrói isso juntos", concluiu.
Rafa Kalimann usou os stories do Instagram para se pronunciar após trechos do documentário "Tempo Para Amar" viralizarem nas redes sociais com uma leitura que ela classificou como distorcida.
"Eu não fui abandonada. O Nattan não me abandonou. Essa palavra não existiu no documentário", afirmou a atriz e influenciadora.
A declaração veio como resposta a uma enxurrada de comentários que interpretaram falas emocionais da produção como um relato de abandono durante a gravidez de Zuza, a filha que ela tem com o cantor Nattan.
A apresentadora explicou que o projeto foi concebido justamente para retratar as dificuldades reais da maternidade e da paternidade, sem idealizações.
"Eu não queria um documentário comercial de margarina, que eu mostrasse uma coisa utópica que não existe", declarou.
Segundo ela, o sentimento de solidão descrito no primeiro episódio é um estado emocional que muitas mães experienciam mesmo estando rodeadas de pessoas — e não um indício de abandono. "Você pode estar cercada de pessoas ao seu redor e aquele sentimento continua ali dentro", disse.
Em declaração anterior, Rafa havia comentado que Nattan mudou de comportamento na reta final da gravidez, o que gerou ampla repercussão.
Rafa também esclareceu a questão da indução do parto. Segundo ela, a decisão foi tomada por recomendação médica após a gestação ultrapassar 41 semanas. "A decisão da indução parte daí, por proteção à Zuza", explicou.
Ela ainda pediu que o público assista ao documentário na íntegra antes de formar opinião, afirmando que pequenos trechos retirados de contexto não representam a história que ela e Nattan escolheram contar. "Nós estamos longe de ser um casal perfeito. Somos como qualquer outro casal. A vida real tem conflito, tem ajuste de rota, mas o que importa é como a gente constrói isso juntos", concluiu.








