Crédito foto: jacksondynasty.net
Michael Jackson, o Rei do Pop, é alvo de novas e graves acusações de abuso sexual. Os irmãos Cascio, que por mais de 25 anos se apresentaram publicamente como "a segunda família" do cantor, entraram com um processo judicial nesta semana — justamente nos dias de estreia da cinebiografia "Michael", segundo o New York Times.
A reviravolta é dramática: durante décadas, os irmãos Cascio defenderam a inocência de Jackson em entrevistas televisivas, negando qualquer interação imprópria com o cantor quando ainda eram crianças. Agora, todos afirmam que tudo foi "uma mentira" e que o artista teria abusado deles desde os sete ou oito anos de idade, em locais como o famoso rancho Neverland e durante shows e turnês ao redor do mundo.
Acordo milionário e ruptura
Antes de formalizar o processo, os irmãos já haviam comunicado ao espólio de Jackson que foram vítimas de abusos. O espólio teria então firmado um "acordo secreto", comprometendo-se a pagar cerca de 16 milhões de dólares ao longo de cinco anos em troca de silêncio. Em 2025, os pagamentos cessaram e as negociações fracassaram — abrindo caminho para a ação judicial atual.
O advogado do espólio, Marty Singer, classificou o processo como uma "tentativa desesperada de extorsão", alegando que a família busca centenas de milhões de dólares após décadas de apoio público ao cantor.
Acusações detalhadas
O processo descreve um comportamento predatório severo: segundo o documento, Michael Jackson drogava e estuprava as vítimas, fornecia álcool e drogas pesadas a menores de idade e utilizava "lavagem cerebral" combinada com presentes luxuosos. O cantor também se valia de códigos específicos para os abusos, com a suposta conivência de funcionários e assessores.
A família afirma que o documentário "Leaving Neverland" (2019) foi decisivo para "desprogramá-los" e ajudá-los a encarar os traumas vividos. O filme apresenta os relatos de Wade Robson e James Safechuck, outros dois homens que também acusam Jackson de abusos na infância.
Legado em debate
O timing das acusações não poderia ser mais simbólico: a cinebiografia "Michael" acaba de estrear com projeções de quebrar recordes de bilheteria para filmes biográficos musicais. O longa, produzido pelo próprio espólio, retrata a vida do artista até 1988 — antes das primeiras denúncias de abuso sexual virem a público.
Michael Jackson faleceu em junho de 2009.
Michael Jackson, o Rei do Pop, é alvo de novas e graves acusações de abuso sexual. Os irmãos Cascio, que por mais de 25 anos se apresentaram publicamente como "a segunda família" do cantor, entraram com um processo judicial nesta semana — justamente nos dias de estreia da cinebiografia "Michael", segundo o New York Times.
A reviravolta é dramática: durante décadas, os irmãos Cascio defenderam a inocência de Jackson em entrevistas televisivas, negando qualquer interação imprópria com o cantor quando ainda eram crianças. Agora, todos afirmam que tudo foi "uma mentira" e que o artista teria abusado deles desde os sete ou oito anos de idade, em locais como o famoso rancho Neverland e durante shows e turnês ao redor do mundo.
Acordo milionário e ruptura
Antes de formalizar o processo, os irmãos já haviam comunicado ao espólio de Jackson que foram vítimas de abusos. O espólio teria então firmado um "acordo secreto", comprometendo-se a pagar cerca de 16 milhões de dólares ao longo de cinco anos em troca de silêncio. Em 2025, os pagamentos cessaram e as negociações fracassaram — abrindo caminho para a ação judicial atual.
O advogado do espólio, Marty Singer, classificou o processo como uma "tentativa desesperada de extorsão", alegando que a família busca centenas de milhões de dólares após décadas de apoio público ao cantor.
Acusações detalhadas
O processo descreve um comportamento predatório severo: segundo o documento, Michael Jackson drogava e estuprava as vítimas, fornecia álcool e drogas pesadas a menores de idade e utilizava "lavagem cerebral" combinada com presentes luxuosos. O cantor também se valia de códigos específicos para os abusos, com a suposta conivência de funcionários e assessores.
A família afirma que o documentário "Leaving Neverland" (2019) foi decisivo para "desprogramá-los" e ajudá-los a encarar os traumas vividos. O filme apresenta os relatos de Wade Robson e James Safechuck, outros dois homens que também acusam Jackson de abusos na infância.
Legado em debate
O timing das acusações não poderia ser mais simbólico: a cinebiografia "Michael" acaba de estrear com projeções de quebrar recordes de bilheteria para filmes biográficos musicais. O longa, produzido pelo próprio espólio, retrata a vida do artista até 1988 — antes das primeiras denúncias de abuso sexual virem a público.
Michael Jackson faleceu em junho de 2009.







