O rapper L7nnon conseguiu uma vitória importante na Justiça e poderá seguir usando seu nome artístico. A decisão negou um recurso apresentado por Yoko Ono, viúva de John Lennon (1940-1980), que alegava que o nome poderia gerar confusão com o do ex-integrante dos Beatles.
Como começou a disputa
A polêmica tem origem no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), que negou o registro da marca "L7NNON" por considerar o nome similar demais a "Lennon". O cantor brasileiro — cujo nome real é Lennon dos Santos Barbosa Frassetti — recorreu à Justiça e obteve uma decisão favorável para continuar usando o nome enquanto o caso era analisado.
Por que a Justiça decidiu a favor do rapper
O tribunal entendeu que não há risco imediato de confusão entre os dois artistas por alguns motivos principais:
O público de L7nnon é ligado ao rap e ao trap, diferente daquele associado à obra de John Lennon, o que reduz a possibilidade de associação indevida. Além disso, a grafia do nome foi um fator decisivo: a troca de letras por números — como o "7" no lugar do "E" — foi vista como diferenciação suficiente para criar uma identidade própria.
A Justiça também pesou o impacto prático da proibição: o artista já construiu toda sua carreira com esse nome, e vetá-lo poderia gerar sérios prejuízos financeiros e profissionais. O tribunal ainda concluiu que a manutenção do nome não prejudica a história nem o patrimônio de John Lennon.
Decisão ainda não é definitiva
A decisão é provisória, e Yoko Ono ainda pode recorrer. L7nnon, que acumula hits como "Ibiza" e colaborações de peso como "Nada Mudou", segue como um dos nomes mais relevantes do rap nacional.
Como começou a disputa
A polêmica tem origem no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), que negou o registro da marca "L7NNON" por considerar o nome similar demais a "Lennon". O cantor brasileiro — cujo nome real é Lennon dos Santos Barbosa Frassetti — recorreu à Justiça e obteve uma decisão favorável para continuar usando o nome enquanto o caso era analisado.
Por que a Justiça decidiu a favor do rapper
O tribunal entendeu que não há risco imediato de confusão entre os dois artistas por alguns motivos principais:
O público de L7nnon é ligado ao rap e ao trap, diferente daquele associado à obra de John Lennon, o que reduz a possibilidade de associação indevida. Além disso, a grafia do nome foi um fator decisivo: a troca de letras por números — como o "7" no lugar do "E" — foi vista como diferenciação suficiente para criar uma identidade própria.
A Justiça também pesou o impacto prático da proibição: o artista já construiu toda sua carreira com esse nome, e vetá-lo poderia gerar sérios prejuízos financeiros e profissionais. O tribunal ainda concluiu que a manutenção do nome não prejudica a história nem o patrimônio de John Lennon.
Decisão ainda não é definitiva
A decisão é provisória, e Yoko Ono ainda pode recorrer. L7nnon, que acumula hits como "Ibiza" e colaborações de peso como "Nada Mudou", segue como um dos nomes mais relevantes do rap nacional.







