O laudo de autópsia de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, foi finalmente divulgado pelo Escritório do Médico-Legista do Condado de Los Angeles nesta quarta-feira (22), revelando detalhes chocantes sobre a causa da morte da adolescente.
O documento, mantido sob sigilo judicial por meses, aponta que Celeste morreu em decorrência de "múltiplas lesões penetrantes" — ferimentos compatíveis com perfurações causadas por objeto cortante.
Segundo o laudo de 26 páginas, foram identificadas duas feridas penetrantes no tórax da vítima, ambas com "bordas lisas que podem representar ferimentos por força cortante".
A primeira, localizada no abdômen direito, atingiu o fígado e tinha aproximadamente 3,8 centímetros de profundidade. A segunda, na parte inferior esquerda do tórax, apresentava "profundidade de pelo menos 5 centímetros" e provocou ruptura nas superfícies corticais das costelas adjacentes. A maneira da morte foi classificada como homicídio.
O relatório também descreve o estado avançado de decomposição do corpo, encontrado em dois sacos pretos escondidos no porta-malas dianteiro de uma Tesla registrada no nome do cantor D4vd — nome artístico de David Anthony Burke.
As extremidades de Celeste estavam "desmembradas em vários fragmentos", e sua cabeça estava "parcialmente esqueletizada, com ausência do olho esquerdo". O corpo havia sofrido "liquefação" dos tecidos moles, e dois dedos — o anelar e o mínimo esquerdos — jamais foram encontrados.
A toxicologia revelou a presença de baixo nível de etanol no tecido hepático, além de resultado preliminar positivo para benzodiazepínicos, metanfetamina e MDMA. Os peritos ressaltaram que esses resultados iniciais exigiriam análises mais aprofundadas para confirmação definitiva.
De acordo com os promotores, Celeste foi vista pela última vez entrando na residência de Burke, nas colinas de Hollywood, em 23 de abril de 2025 — exatamente um ano antes da publicação deste laudo. Ela não voltou a ser vista com vida. As autoridades acreditam que foi assassinada naquele mesmo dia, com o corpo mutilado por volta de 5 de maio.
D4vd, que ficou mundialmente conhecido por hits como "Romantic Homicide" e "Here With Me", foi preso na semana passada e formalmente indiciado na segunda-feira (20) por assassinato em primeiro grau com circunstâncias especiais — entre elas, premeditação, assassinato de testemunha em investigação em andamento e motivação financeira.
Antes de morrer, Celeste era testemunha em uma investigação contra Burke por "atos lascivos e libidinosos com pessoa menor de 14 anos". Ele também responde por mutilação de cadáver e atos sexuais com menor.
O artista se declarou inocente em audiência de arraignment. Sua advogada, Blair Berk, afirmou que "as provas reais neste caso mostrarão que David Burke não assassinou Celeste Rivas Hernandez e não foi a causa de sua morte".
"Após vários meses, fico grata por essas informações poderem ser divulgadas, não apenas ao público, mas também à família enlutada que suporta a perda", disse a médica-legista chefe Dra. Odey Ukpo. "É inimaginável que tenham esperado tanto tempo para saber o que aconteceu com sua filha."
O documento, mantido sob sigilo judicial por meses, aponta que Celeste morreu em decorrência de "múltiplas lesões penetrantes" — ferimentos compatíveis com perfurações causadas por objeto cortante.
Segundo o laudo de 26 páginas, foram identificadas duas feridas penetrantes no tórax da vítima, ambas com "bordas lisas que podem representar ferimentos por força cortante".
A primeira, localizada no abdômen direito, atingiu o fígado e tinha aproximadamente 3,8 centímetros de profundidade. A segunda, na parte inferior esquerda do tórax, apresentava "profundidade de pelo menos 5 centímetros" e provocou ruptura nas superfícies corticais das costelas adjacentes. A maneira da morte foi classificada como homicídio.
O relatório também descreve o estado avançado de decomposição do corpo, encontrado em dois sacos pretos escondidos no porta-malas dianteiro de uma Tesla registrada no nome do cantor D4vd — nome artístico de David Anthony Burke.
As extremidades de Celeste estavam "desmembradas em vários fragmentos", e sua cabeça estava "parcialmente esqueletizada, com ausência do olho esquerdo". O corpo havia sofrido "liquefação" dos tecidos moles, e dois dedos — o anelar e o mínimo esquerdos — jamais foram encontrados.
A toxicologia revelou a presença de baixo nível de etanol no tecido hepático, além de resultado preliminar positivo para benzodiazepínicos, metanfetamina e MDMA. Os peritos ressaltaram que esses resultados iniciais exigiriam análises mais aprofundadas para confirmação definitiva.
De acordo com os promotores, Celeste foi vista pela última vez entrando na residência de Burke, nas colinas de Hollywood, em 23 de abril de 2025 — exatamente um ano antes da publicação deste laudo. Ela não voltou a ser vista com vida. As autoridades acreditam que foi assassinada naquele mesmo dia, com o corpo mutilado por volta de 5 de maio.
D4vd, que ficou mundialmente conhecido por hits como "Romantic Homicide" e "Here With Me", foi preso na semana passada e formalmente indiciado na segunda-feira (20) por assassinato em primeiro grau com circunstâncias especiais — entre elas, premeditação, assassinato de testemunha em investigação em andamento e motivação financeira.
Antes de morrer, Celeste era testemunha em uma investigação contra Burke por "atos lascivos e libidinosos com pessoa menor de 14 anos". Ele também responde por mutilação de cadáver e atos sexuais com menor.
O artista se declarou inocente em audiência de arraignment. Sua advogada, Blair Berk, afirmou que "as provas reais neste caso mostrarão que David Burke não assassinou Celeste Rivas Hernandez e não foi a causa de sua morte".
"Após vários meses, fico grata por essas informações poderem ser divulgadas, não apenas ao público, mas também à família enlutada que suporta a perda", disse a médica-legista chefe Dra. Odey Ukpo. "É inimaginável que tenham esperado tanto tempo para saber o que aconteceu com sua filha."








