Crédito foto: Reprodução / Instagram
O segurança que se envolveu na confusão em um hotel fazendo uma criança de 11 anos chorar após acusá-la de "assediar" a cantora Chappell Roan decidiu se manifestar publicamente.
Pascal Duvier afirma ser o profissional presente no episódio e reforça que não atuava a serviço da cantora, em linha com o que ela já havia dito anteriormente.
Em declaração, ele assumiu responsabilidade pela abordagem e sustentou que não integrava a equipe de proteção de Chappell Roan.
Pascal disse: "Assumo total responsabilidade pelas interações... Eu estava no hotel em nome de outra pessoa e não fazia parte da equipe de segurança pessoal de Chappell Roan. As ações que tomei não foram em nome de Chappell Roan, de sua equipe de segurança pessoal, de sua gerência ou de qualquer outra pessoa".
Na sequência, o segurança afirmou que tomou uma decisão com base em informações do hotel, em acontecimentos observados por ele nos dias anteriores e em um cenário de risco elevado no local.
Ele completou: "Tomei uma decisão com base nas informações que obtivemos do hotel, nos eventos que presenciei nos dias anteriores e no elevado risco de segurança geral do local. Minha única interação com a mãe foi calma e bem-intencionada, e o desfecho do encontro é lamentável".
O caso ganhou repercussão depois que a criança — identificada como filha de 11 anos de Jude Law e enteada do jogador do Flamengo, Jorginho — teria ficado em lágrimas após a mãe e ela serem repreendidas por um segurança quando passavam perto da mesa de café da manhã onde Chappell Roan estava, durante sua passagem no Brasil.
De acordo com o relato divulgado, o padrasto da menina, Jorginho responsabilizou a cantora pelo ocorrido.
Antes do pronunciamento do segurança, Chappell Roan já havia pedido desculpas e declarado que o profissional envolvido não trabalhava com ela.
O segurança que se envolveu na confusão em um hotel fazendo uma criança de 11 anos chorar após acusá-la de "assediar" a cantora Chappell Roan decidiu se manifestar publicamente.
Pascal Duvier afirma ser o profissional presente no episódio e reforça que não atuava a serviço da cantora, em linha com o que ela já havia dito anteriormente.
Em declaração, ele assumiu responsabilidade pela abordagem e sustentou que não integrava a equipe de proteção de Chappell Roan.
Pascal disse: "Assumo total responsabilidade pelas interações... Eu estava no hotel em nome de outra pessoa e não fazia parte da equipe de segurança pessoal de Chappell Roan. As ações que tomei não foram em nome de Chappell Roan, de sua equipe de segurança pessoal, de sua gerência ou de qualquer outra pessoa".
Na sequência, o segurança afirmou que tomou uma decisão com base em informações do hotel, em acontecimentos observados por ele nos dias anteriores e em um cenário de risco elevado no local.
Ele completou: "Tomei uma decisão com base nas informações que obtivemos do hotel, nos eventos que presenciei nos dias anteriores e no elevado risco de segurança geral do local. Minha única interação com a mãe foi calma e bem-intencionada, e o desfecho do encontro é lamentável".
O caso ganhou repercussão depois que a criança — identificada como filha de 11 anos de Jude Law e enteada do jogador do Flamengo, Jorginho — teria ficado em lágrimas após a mãe e ela serem repreendidas por um segurança quando passavam perto da mesa de café da manhã onde Chappell Roan estava, durante sua passagem no Brasil.
De acordo com o relato divulgado, o padrasto da menina, Jorginho responsabilizou a cantora pelo ocorrido.
Antes do pronunciamento do segurança, Chappell Roan já havia pedido desculpas e declarado que o profissional envolvido não trabalhava com ela.








