O rio que corta a aldeia De minha infância Não é o posto por Pessoa Nem Tejo, nem Tâmisa Volga que o valha
Orvalhado na noite Sereno, corre calado Não por terras entre Minho e Douro O rio de que falo Rasga o sertão Do Sumidouro
Me lembro sim, suas águas calmas Meio sem jeito, suas águas calmas Triscar inocente suas águas calmas Ao fisgar intrépidos Lambaris
Os passos trôpegos no barro sozinho A relva molhada, a passarinhada A velha porteira, primeira Fronteira do meu caminho
Compositor: Marcia Maria de Oliveira Rodrigues (Marcia Mah) (UBC)Publicado em 2010 (23/Nov) e lançado em 2011 (20/Fev)ECAD verificado obra #6699906 e fonograma #1820407 em 27/Abr/2024