Acorda, patativa! Vem cantar Relembra as madrugadas que lá vão E faz da sua janela o meu altar Escuta a minha eterna oração
Eu vivo inutilmente a procurar Alguém que compreenda o meu amor E vejo que é destino o meu sofrer É padecer, não encontrar Quem compreenda o trovador
Eu tenho n'alma um vendaval sem fim E uma esperança que é se ter por mim O mesmo afeto que juravas ter Para que acabe esse meu sofrer Eu sei que juras cruelmente em vão Eu sei que preso tens o coração Eu sei que vives tristemente a ocultar Que a outro amas, sem querer amar
Mulher, o teu capricho vencerá E um dia sua loucura findará Adeus, a Deus minha alma entregarei E de outro por injúrio morrerei
Amar, que sonho lindo, encantador Mais lindo porque minha alma tem amor E tu vens se expressando sem razão A minha história e busco em vão O teu ingrato coração
Compositor: Antonio Vicente Felippe Celestino (Vicente Celestino) (UBC)Editor: Mangione & Filhos (ABRAMUS)Publicado em 1998 e lançado em 1995 (27/Abr)ECAD verificado obra #2376 e fonograma #2551058 em 02/Abr/2024 com dados da UBEM