Meus olhos cansados se abrem pra um novo dia Engulo a saliva da minha própria rebeldia E quem diria que eu um dia cê me ouviria falar? É que as minhas correntes foram soltas antes de eu me expressar
Tardia e sinto que aqui não posso caminhar Meu corre é longo mas num pulo chego onde eu quero chegar Por onde eu quero, posso até chegar numa ilusão Mas sigo em frente e nem sempre ouço o meu coração
Anoitece, o sol já desce, pedidos em formas de prece De uma gente que só ajuda outra se julga se merece Ninguém quer conhecer, se preocupar pra quê? Nesse caminho falho eu não o que eu mereço receber
É como estar diante da morte e permanecer imortal É como lançar a própria sorte e não ter direito igual Mas eu resisto, eu insisto, eu existo Não quero ter o controle de todo esse corpo sem juízo
Um corpo sem juízo que não quer saber do paraíso Mas sabe que mudar o destino é o seu compromisso
Meus olhos cansados se abrem pra um novo dia Engulo a saliva da minha própria rebeldia E quem diria que eu um dia cê me ouviria falar? É que as minhas correntes foram soltas antes de eu me expressar
Tardia e sinto que aqui não posso caminhar Meu corre é longo mas num pulo chego onde eu quero chegar Por onde eu quero, posso até chegar numa ilusão Mas sigo em frente e nem sempre ouço o meu coração
Anoitece, o sol já desce, pedidos em formas de prece De uma gente que só ajuda outra se julga se merece Ninguém quer conhecer, se preocupar pra quê? Nesse caminho falho eu não o que eu mereço receber
É como estar diante da morte e permanecer imortal É como lançar a própria sorte e não ter direito igual Mas eu resisto, eu insisto, eu existo Não quero ter o controle de todo esse corpo sem juízo
Um corpo sem juízo que não quer saber do paraíso Mas sabe que mudar o destino é o seu compromisso
Compositor: Desconhecido no ECADIntérprete: Jup Lourenco Mata Pires (ABRAMUS)Publicado em 2019 (31/Out) e lançado em 2019 (20/Jun)ECAD verificado fonograma #19987035 em 23/Abr/2024 com dados da UBEM