Trago na fronte as rugas, e o tempo deixei passar O velho pó da estrada que nela ainda pode estar Casos e histórias passadas que a vida tanto mostrou Nela um riso de mulher que a liberdade conquistou Por entre caminhos que Deus modelou
Quero tentar compreender o sentido das loucas visões Consumidas por olhos ingênuos de grandes populações Ódio e amores incertos que o homem pode viver Portas abertas, futuro chame-os como entender Pelos sons da razão que te faz renascer
Posso tentar percorrer o destino que me escapou Corrigindo com dor o juízo que a culpa elucidou Percebendo que o sábio delito foi daquele que não pôde errar Resumindo seu livro sagrado, perjurando em seu próprio altar Consciência e passado não se pode apagar