Eu nunca vi, oh! Deus tanta beleza eu nunca fui num quarto pra sonhar E me guiava pelas redondezas nos quatro cantos a historiar Via-me sempre grande fortaleza suspiro alto sé de imaginar Hoje eu vivo com minhas proezas neste chão duro a me procriar
Igualmente foi a tal saudade subindo o riacho com a embarcação Rolavam as águas junto ao seu leito e de meus olhos, rolavam no chão Sua lembrança tatuada em meu peito queimava em brasa em dias de clarão Vinham as noites ruminando as cinzas, cinzas do velho e triste coração
Via-se a chuva partindo pro norte cheiravam as flores a embelezar Rasgava fundo a ansiedade coração quieto a lhe esperar Eu nunca vi oh! Deus tanta tristeza eu nunca fui num quarto pra chorar Eu nunca fui atrás da procissão eu nunca vim à missa pra rezar