Quero ver teu sorriso no rosto rasgando as têmporas da bela manhã Quero ver o sertão viajar soltar minhas asas pra imaginação A cidade inteira repousa um sono pesado de embriaguez O poeta sonhando acordado, faz parte da musa sua timidez
Prosas e risos contidos em histórias contadas pela população Vivências a andanças escritas por entre as linhas da palma da mão A noite cigana oculta um lado da lua que não pode ver A boca que cala e não diz e os que olham querendo dizer
Vai interior dos sonhos vai dizer para a bela morena Que o mundo é pequeno e só dá pra nós dois Vai minha cidade grande vai dizer que minha sina é viver Tão longe ou tão perto mas só eu e você