O caminho do crime o atrai Como a tentação de um doce Era tido como um bom rapaz Foi quem foi
Ao calar da noite Anda nessas bandas Do paraíso é o zorro Rubro zorro
Espertos rondam o homem Um tipo comum Tesouro dos jornais Sem limite algum
Luz Vermelha foi perdido no cais Do terror Um inocente na cela de gás Sem depor
Luz Vermelha foi perdido no cais Dos sem nome Era tido como um bom rapaz Tal qual o "Golem"[*]
Sou o inimigo público número um Queira isso ou não Por ser tão personal Personal, personal...
O caminho do crime o atrai Como a tentação de um doce Foi calado na cela de gás O bom homem mau
No asfalto quente O crime é o que arde Bandidos estão vindo De toda parte
O caminho do crime o atrai...
É na cabeça... Seu poder racional... É na cabeça... Personal, personal...
------------ [*] Personagem da mitologia judaica, é um boneco de barro em forma de homem que ganha vida por meio de um ritual mágico. Seu criador deve escrever em sua testa a palavra "emet" (verdade), e ao apagar a primeira letra (da direita para a esquerda, direção em que se escreve no idioma hebraico), forma-se a palavra "met" (morto) e assim o "Golem" é desfeito. Sem alma e, conseqüentemente, sem vontade própria, é criado para servir, realizando trabalhos pesados ou até pequenas tarefas repetitivas do dia-a-dia, além de defender seu criador de qualquer ameaça.
Compositores: Andre Jungman Pinto (Andre Jung) (UBC), Edgard Jose Scandurra Pereira (Edgard Scandurra) (UBC), Marcos Valadao Ridolfi (Nasi) (ABRAMUS), Ricardo Gasparini (Ricardo Gaspa) (UBC)Editor: Warner (UBC)Publicado em 1988 (14/Mar) e lançado em 1988 (01/Abr)ECAD verificado obra #167519 e fonograma #896706 em 04/Abr/2024 com dados da UBEM