Deixa-te desse orgulho Pobre Messalina dos tempos modernos Eu te admirava, mas de hoje em diante Já não sou teu fã
Esta matéria podre Células terrestres que compõem o corpo Servirá de pasto numa campa escura No nosso amanhã
Quem sou eu? Mero peregrino ante mil espelhos Eu não sou ninguém para dar conselhos Repito sozinho, meu Deus quem sou eu?
Mas eu sinto Muito sutilmente a presença de alguém Trazendo-me versos, talvez do além Para dar conforto a quem se perdeu
Vieste de outras eras Trazendo contigo a nobre missão Na podridão do mundo Pegaste de novo instinto animal
Pois cuida-te, menina Porque esse corpo já não vale nada Mas resta-te o conforto De cuidar da parte espiritual
Quem sou eu? Mero peregrino ante mil espelhos Eu não sou ninguém para dar conselhos Repito sozinho, meu Deus quem sou eu?
Mas eu sinto Muito sutilmente a presença de alguém Trazendo-me versos, talvez do além Para dar conforto a quem se perdeu
(Pedro Paulo Mariano - Santa Maria da Serra-SP)
Compositores: Gerson Coutinho da Silva (Goia) (UBC), Jose Marciano (Marciano) (SOCINPRO)Editor: Irmaos Vitale (SOCINPRO)Publicado em 1978 (01/Set)ECAD verificado obra #110308 e fonograma #49313 em 11/Abr/2024 com dados da UBEM