Fael Mondego

Garganta

Fael Mondego


Minha garganta estranha quando não te vejo
Me vem um desejo doido de gritar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar

Venho madrugada perturbar teu sono
Como um cão sem dono me ponho a ladrar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar

Sei que não sou santa, vezes vou na cara dura,
Vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar

Vim parar nessa cidade por força da circunstância
Sou assim desde criança, me criei meio sem lar

(2x)
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar
Compositor: Desconhecido no ECADIntérprete: Rafael Mondego Cardoso de Lemos (Fael Mondego) (UBC)Publicado em 2002 (07/Nov) e lançado em 2002 (01/Dez)ECAD verificado fonograma #488347 em 14/Abr/2024 com dados da UBEM

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