Gritei contra o concreto entorpecido e acordei pulsando traumas paranóia. me leve me salve me diz quando eu vôo, eu sangro mais desperte. repare. resete a memória recente e tente deletar sua história de idéias e ter o que teve sempre dentro de você
“Não há lugar como nosso lar” para queimar sem sol e só bem feito. sem jeito. Se tudo quebra e cai...
Em meu peito ainda vejo os pés tocarem o chão anil de nuvens negras as quais pintei o que sobrou da tua voz disparando balas com o gosto de um ódio azul e todas as cores são dores que crescem numa alma infértil e pronta pra morrer
“Não há lugar como nosso lar” para queimar sem sol e só bem feito. sem jeito. Se tudo quebra e cai...
Nas minhas mãos estão todos bem, meu bem lá fora.... beije meus erros, envolva-me em teus braços e rosto e gosto e corpo me envolva em teus braços e contos de amores sem fim
o fogo vaza e o tempo escapa desata laços, nós acessos expectativas vãs desabam estilhaçando sonhos outra vez se num futuro absurdo estivermos juntos me lembre de nunca procurar meus olhos em vocês
Compositores: Artur Alberto de Oliveira Roman (Artur Roman) (ABRAMUS), Thales Augusto Fiorenza, William Redwitz de Franca (Will) (ABRAMUS)Publicado em 2009 (04/Ago) e lançado em 2006 (22/Abr)ECAD verificado obra #4862541 e fonograma #1567173 em 26/Abr/2024 com dados da UBEM