Piracicaba, que eu adoro tanto Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Uma saudade que punge e mata Que sorte ingrata, longe daqui Entre suspiro, triste sem termo Vivo no ermo, des'que parti
Piracicaba, que eu adoro tanto Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Só vejo estranhos, meu berço amado Ter a teu lado o que perdi Pouco se importam com teu encanto Que eu amo tanto, des'que nasci
Piracicaba, que eu adoro tanto Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Em outras plagas, que vale a sorte Prefiro a morte, junto de ti Adoro os prados, os horizontes A serra e os montes onde nasci
Piracicaba, que eu adoro tanto Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Compositor: Newton de Almeida MelloEditor: Fermata (UBC)Publicado em 1998 (15/Set) e lançado em 1983 (15/Out)ECAD verificado obra #22684 e fonograma #1121947 em 02/Abr/2024