Cada qual com seus parceiros Periquitos Cada um com seus problemas Seus mosquitos Eles chupam o seu sangue Sua carne E se o espírito está louco Que se acalme Eles sugam das entranhas Sua vida Depois forma aquela cascana Ferida Vai saindo aquele líquido Fluido quente Você lambe e a sua língua Passa rente Se coçar a casca raspa Cai doente E até nascer a outra Fica exposto O tumor com seus temores Que desgosto Essa vida parasita de ascaires E nos dentes dor aguda Tem as cáries Bactérias e micróbios Pelos ares Respirar já não se ousa Suicídio Ponha as narinas na sopa De lipídios
Compositor: Iara Espindola Renno (Iara Renno) (UBC)Editor: Pommelo Distribuicoes (UBC)Publicado em 2003 (13/Out) e lançado em 2003 (15/Nov)ECAD verificado obra #1187543 e fonograma #841229 em 12/Abr/2024