Alô moçada Estou chegando, sai da frente Cheguei muito impertinente Com vontade de brigar
Eu sou mineiro Fui nascido em Bambuí Se alguém me interferir Vai se vê o que vai dar
Tenho na cinta Um revólver carregado Quatro punhais afiados E que são os meus amigos
Ando pro mundo E sou bastante valente Vou de chute, unha e dente De qualquer jeito eu brigo
Um certo dia Eu passei num povoado Tinha um baile animado Da festança não gostei
Eu fui chegando Dei rasteira e peitada Na sanfona uma facada Em dois pedaços eu cortei
Dou capoeira Telequete e cabeçada Nas horas mais apertada Também dou rabo de arraia
Eu brigo muito Sou mineiro valentão Quando dou um pescoção Quatro, cinco se desmaia
Um dia desses Foi gostoso a alvoroço Encontrei o Quebra-Pescoço No cerrado me esperando
Daí então Chegou o Parada Dura Junto com o Quebra-Topete A turma fui macetando
Eu sou mineiro E me chamo Quebra-Crista Onde passo não deixo pista Pra ninguém não me seguir
E terminando Agora eu vou dizer Esses dias vou fazer Nossa terra explodir
E terminando Agora eu vou dizer Esses dias vou fazer Nossa terra explodir
Compositores: Antonio Arthur de Oliveira (Delmon) (ABRAMUS), Delfim Costa (Delmir) (SOCINPRO)Editor: Pe Na Porteira Producao Musical Ltda (ABRAMUS)Publicado em 2022 (06/Abr)ECAD verificado obra #1109323 e fonograma #33520380 em 04/Abr/2024 com dados da UBEM