noite alta, céu risonho a quietude é quase um sonho o luar cai sobre a mata qual uma chuva de prata de raríssimo esplendor só tu dormes, não escutas o teu cantor revelando à lua airosa a história dolorosa desse amor
lua manda a tua luz prateada despertar a minha amada quero matar meus desejos sufocá-la com meus beijos canto e a mulher que eu amo tanto não me escuta, está dormindo canto e por fim nem a lua tem pena de mim pois ao ver que quem te chama sou eu entre a neblina se escondeu
lá no alto a luz esquiva está no céu tão pensativa as estrelas tão serenas qual dilúvio de falenas andam tontas ao luar todo o astral ficou silente para escutar o teu nome entre as endechas as dolorosas queixas ao luar...
Compositor: Candido das Neves (Candido Neves) (AMAR)Editor: Mangione Filhos & Cia Ltda. (ABRAMUS)Publicado em 1998 (20/Mar) e lançado em 1998 (01/Mai)ECAD verificado obra #22400 e fonograma #304018 em 12/Abr/2024