Nestes versos tão singelos Minha bela, meu amor Pra você quero contar O meu sofrer e a minha dor Eu sou como o sabiá Que quando canta é só tristeza Desde o galho onde ele está Eu sou como o sabiá Que quando canta é só tristeza Desde o galho onde ele está
Nesta viola Canto e gemo de verdade Cada toada Representa uma saudade
Eu nasci naquela serra Num ranchinho a beira chão Todo cheio de buracos Onde a lua faz clarão Quando chega a madrugada Lá no mato a passarada Principia um barulhão Quando chega a madrugada Lá no mato a passarada Principia um barulhão
Nesta viola Canto e gemo de verdade Cada toada Representa uma saudade
Lá no mato tudo é triste Desde o jeito de cantar Sertanejo quando canta Tem vontade de chorar E o choro que vai caindo Devagar vai se sumindo Como as águas vão pro mar E o choro que vai caindo Devagar vai se sumindo Como as águas vão pro mar
Nesta viola Canto e gemo de verdade Cada toada Representa uma saudade
Nesta viola Canto e gemo de verdade Cada toada Representa uma saudade
Compositor: Angelino de Oliveira (Tasso de Oliveira) (UBC)Editores: Irmaos Vitale (SOCINPRO), Todamerica (UBC)Publicado em 1985 (10/Set) e lançado em 1985 (01/Set)ECAD verificado obra #2361 e fonograma #486028 em 28/Out/2024 com dados da UBEM