Veio a luz, teu rosto, pouca visão As primeiras velas, o ontem, algum sermão Todas as roupas do mundo serviam em mim Até que o corpo caiu fora de si
Esta noite não sugeriu o sol
Para o que eu vou ser, não cabe o teu aval Eles esperam para enquadrar a inadequação Eu me tornei surdo depois de ouvir Que os impérios já têm onde cair
Era só, com livros que tiram a cor Os espelhos dos homens que não se vêem Olhos cansados e as crianças no jardim Que hoje sopram as últimas velas para mim
Eu me livrei de tudo que eu podia ser
Quando se é, não cabe qualquer aval E se espelhar foi tirar um pouco de si De onde vem que os céus irão se abrir? O último homem ficará por aqui.