Eu já falei, repeti Já avisei de onde é que eu sou Sou de aracaju, marabá Bh, são salvador
Eu como beiju, tutu Danço samba-de-roda, maracatu, Maculelê, óia o vento Ventando no bambu
O que eu vi qualquer um vê É a tarde misturando a cor Eu sou mineiro e faço conta Sem tirar, sem tirar nem por
Tô no elevador Tô pensando é na flor Galinha na peia, dinheiro na meia O passado é uma cor
Sem jeito, sem nada, sem trôco Carrego essa vida no andor Esse peso sei de cor, procissão sai Sai a lua no céu de matipó
Curral del rey, conceição Curralim não sai de mim Cabô o dinheiro, vou embora Nem sei porque é que eu vim
Levarei a manhã Cada coisa que me couber O coração de uma mulher Espere o dia que eu puder
Eu não posso perder O trem não perco não Onde vai parar, onde vai acabar? Que é que tem pra encontrar?
Parado na rua eu penso, repenso a dor Tanta dor, uma dor que restou Meu amor me deixou Foi mas não me levou
Meu balaio vai cheio de cor Cada saudade é uma dor
2a. vez - cabô o dinheiro Não quero, não posso ficar aqui Tão me esperando A saudade partiu, vai me partir
Levarei a manhã Cada coisa que me couber O coração de uma mulher Espere o dia que eu puder
Eu não posso perder O trem não perco não Onde vai parar, onde vai acabar? Que é que tem pra encontrar?
Parado na rua eu penso, repenso a dor Tanta dor, uma dor que restou Meu amor me deixou Foi mas não me levou
Meu balaio vai cheio de cor Penso a rosa O que eu penso é na flor Cada saudade é uma dor.
Compositores: Celso Adolfo Marques (Celso Adolfo) (AMAR), Leonardo de Deus Gil (SGAE)Editor: Dubas Musica Ltda - Epp (UBC)Publicado em 2002 (03/Jul)ECAD verificado obra #7577134 e fonograma #633683 em 09/Abr/2024 com dados da UBEM