A poesia é um parto Morto criador Nasce a criatura Caricatura da vida A poesia que rima E bailarina Serpentina Rima do meu coração Que chora, odeia e adora A rima de outrora Que me arranha o céu da boca, Louca E que me mostra o retrato No interior abstrato Que minh'alma não cansa em mostrar
A poesia um barco Solto em alto mar Longe no horizonte Pode fazer as estrelas Pés pra dançar no infinito Um labirinto, absinto Que corre de encontro ao rio E revela a bela e a fera Abre portas e janelas Para entrar ou pra pular sem roupas Do raso profundo do mundo Ela sempre me aparece E desaparecer sem Direção
A poesia é um parto... A poesia é um barco...
(Typed by Caasi Avlis)
Compositor: Camila Pastor da Costa (Camila Costa) (UBC)Publicado em 2005 (02/Fev) e lançado em 2005 (01/Abr)ECAD verificado obra #2376882 e fonograma #831470 em 14/Abr/2024