O vazio que transmite A vertigem nesta forma de ilusão É a faca que resvala Cega nesta simples distorção
O vazio é o nosso carma Mas é tudo pra quem ouve A voz da escuridão E faz do inferno a sua casa Porque sabe que é só uma estação
As folhas caem sempre, sempre, sempre Deste meu ser poente As folhas caem sempre, sempre, sempre Deste meu ser poente
O vazio é uma bala Perdida neste tempo sem irmão E, o sorriso a sua vala Se na hora de chorar não der vazão
Eu sou mais ser verdadeiro Me arder na fogueira da paixão Que mentir pra mim primeiro Antes de ouvir meu coração
E as folhas caem sempre, sempre, sempre Deste meu ser poente As folhas caem sempre, sempre, sempre Deste meu ser poente
Compositor: Paulo Henrique Soares Marques de Albuquerque (Paulo) (UBC)Publicado em 2014 (15/Set) e lançado em 2014 (17/Dez)ECAD verificado obra #11091160 e fonograma #6305801 em 04/Jun/2024