Piracicaba, que eu adoro tanto, Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Uma saudade que punge e mata Que sorte ingrata, longe daqui Entre suspiro, triste sem termo Vivo no ermo, des’que parti.
Piracicaba, que eu adoro tanto, Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Só vejo estranhos, meu berço amado Ter a teu lado o que perdi Pouco se importam com teu encanto Que eu amo tanto, des’que nasci
Piracicaba, que eu adoro tanto, Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Em outras plagas, que vale a sorte, Prefiro a morte, junto de ti Adoro os prados, os horizontes, A serra e os montes onde nasci
Piracicaba, que eu adoro tanto, Cheia de flores, cheia de encanto Ninguém compreende A grande dor que sente Um filho ausente a suspirar por ti
Compositor: Newton de Almeida MelloEditor: Fermata (UBC)Publicado em 2006 (17/Nov) e lançado em 2006 (15/Dez)ECAD verificado obra #22684 e fonograma #1131884 em 29/Out/2024 com dados da UBEM