O sertão irá balançar Ao me ver chegar no pingo ligeiro E lá no espigão bem distante Vou dar meu grito de boiadeiro
Vou reviver meu passado de outrora O chão goiano, sertão brasileiro Eu quero ver de novo a boiada E tocar berrante para os pantaneiros
Ô ô ô ô ô, oá Esse é meu grito de boiadeiro Vou reunir com meus companheiros Do meu querido chão de goiás
Ô ô ô ô ô, oá Quanta saudade eu trago comigo Eu vou rever meus velhos amigos Daquele tempo que não volta mais
("se eu vivo aqui na cidade Não é por vaidade, não é ilusão Foi o progresso que chegou de surpresa Que me tirou das belezas do meu sertão
Se eu me deito na cama e não durmo O cigarro que eu fumo é pra me acalmar Eu me vejo tocando berrante E a boiada contente a me acompanhar
Mas eu juro por nossa senhora Que não vai ter demora, eu não vou esperar Na primeira oportunidade Matarei a saudade quando eu regressar")
Ô ô ô ô ô, oá Esse é meu grito de boiadeiro Vou reunir com meus companheiros Do meu querido chão de goiás
Ô ô ô ô ô, oá Quanta saudade eu trago comigo Eu vou rever meus velhos amigos Daquele tempo que não volta mais
Compositores: Adesio Silvestre (Brasao), Hilton Rodrigues dos Santos (Miltinho Rodrigues) (ABRAMUS)Editor: Editora Musical Corisco Ltda (AMAR)ECAD verificado obra #169802 em 09/Abr/2024 com dados da UBEM